Joias de afeto: os fios de cabelo de membros da realeza que guardam a memória de uma vida!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Um dos hábitos que foram se perdendo com o tempo consiste na prática de guardar fios de cabelo, oriundos de um ente querido. Era também comum se fabricar joias a partir desses pedacinhos do corpo, tais como broches, colares e pulseiras. Conhecidas como “joias de afeto”, elas eram utilizadas como uma lembrança de uma pessoa especial, estivesse ela viva ou morta! Também chamados de “mementos”, esses objetos guardavam consigo uma prova material da existência do sujeito. O que para nós hoje em dia pode parecer uma prática mórbida, era algo bastante corriqueiro entre as famílias aristocráticas, especialmente na realeza. A rainha Vitória do Reino Unido, por exemplo, fixava em seus trajes de viúva mementos de todos os seus familiares que haviam partido, enquanto Maria Antonieta da França gostava de presentear sua amigas com amuletos e anéis contendo alguns fios de sua vasta cabeleira loira. Uma série desses itens, porém, também foi fabricada durante o processo de exumação dos cadáveres de algumas rainhas, como no caso de Inês de Castro, Mary Tudor e Catarina Parr. Nessa matéria, selecionamos alguns mementos reais que ainda guardam a centelha da vida de algumas das princesas e soberanas mais famosas da história!

Exemplo de uma joia de afeto, ou memento

Memento do século XIX

Muitas mães, por exemplo, costumavam manter consigo mechas do primeiro corte de cabelo de seus filhos, assim como os primeiros dentes que lhes caíam. Embora fossem comuns em outras épocas, os mementos atingiram sua popularidade máxima no século XIX, no auge da Era Vitoriana. O modelo acima é um bom exemplo disso. Apesar de não sabermos a quem pertenceu esse broche com fios de cabelos trançados, podemos perceber como sua moldura foi ricamente trabalhada em ouro e pérolas, dispostas em padrões circulares. Assim, esse pedacinho de alguém se transformava em uma joia, que podia ser utilizada por amigos e familiares. Lembremos que naquele período as pessoas viviam o luto de uma forma muito mais intensa, diferentemente de como encaramos a perda de um parente nos dias de hoje. Os indivíduos se esforçavam ao máximo para preservar a lembrança do falecido o máximo de tempo possível, guardando objetos de uso pessoal, retratos emoldurados, roupas e, como podemos ver, até mesmo fios conservados dentro de joias.

Pulseira trançada com fios de cabelo de sua antiga proprietária, a baronesa do Castelo, cuja foto se encontra no centro da joia.

Modelo de pulseira do século XIX, com fecho de ouro atado a fios trançados de cabelos naturais, que pertenceram à baronesa do Castelo, cujo retrato se pode ver no centro da joia. Acredita-se que tenha sido fabricada no Rio de Janeiro, na casa “Ao Amor Perfeito Alapensee”, pelo artista em cabelo A Guillaume Mèziat, estabelecido na rua Carioca, nº 10. Como os cabelos são uma parte do corpo que geralmente sobrevivem ao seu dono, então muitas pessoas no século XIX mantinham uma mecha ou um punhado de fios de um ente querido para guardar sua lembrança de forma tangível e, em alguns casos, usá-los como um ornamento na forma de braceletes, broches e demais adereços.

Inês de Castro, rainha depois de morta

Relicário contendo alguns fios de cabelo de Inês de Castro. Imagem via Isabel Stilwell, no Facebook.

Um dos três relicários conhecidos, contendo fios de cabelo de Dona Inês de Castro, a rainha póstuma de Portugal. A peça, por sua vez, se encontra na coleção do Dr. Jorge Pereira Sampaio. De acordo com a inscrição contida no verso do objeto, os fios louros teriam sido coletados do crânio da esposa do rei D. Pedro I, o Justo, após o saque das tropas francesas ao Mosteiro de Alcobaça, em 1810. Na ocasião, o magnífico túmulo de Dona Inês (morta em 1356), foi depredado e seus restos mortais atirados numa sala contígua ao local do sepulcro, sem o menor respeito. Após a desocupação do Mosteiro, os monges reuniram novamente seus ossos e os depositaram em seu sarcófago. Foi quando alguns fios de sua famosa cabeleira foram coletados e postos em três relicários diferentes. O primeiro deles é o que vemos na imagem em destaque; outro foi enviado ao Brasil, para ser entregue ao príncipe regente D. João (mais tarde D. João VI), que se encontrava refugiado com sua família e a corte portuguesa no Rio de Janeiro (o objeto só seria reencontrado mais de 200 anos depois pelo cineasta João Rocha, embora sem os fios de cabelo da rainha); o terceiro, atualmente, se encontra no acervo do Museu do Louvre.

Mary Tudor, rainha da França e duquesa de Suffolk

Relicário contendo uma mecha de cabelo extraída do cadáver de Mary Tudor.

Mecha de cabelo de Mary Tudor (possivelmente retratada na tela como Maria Madalena, por Benhard Strgel), princesa da Inglaterra, rainha-viúva da França e duquesa de Suffolk, retirada de seu caixão na Igreja de St. Mary, em 1784, por Horace Walpole. Nascida em 18 de março de 1496, Mary era a filha mais jovem do rei Henrique VII com a rainha Isabel de York. Por um breve período, entre outubro de 1514 e janeiro de 1515, ela foi rainha consorte da França, casada com o já idoso rei Luís XII. Antes que seu irmão, o rei Henrique VIII, pudesse utilizá-la como peão em outro casamento dinástico, Mary tomou uma atitude ousada para as princesas de seu tempo, escolhendo por conta própria seu segundo marido. Em 3 de março de 1515, ela se casou secretamente com o melhor amigo rei, Charles Brandon, duque de Suffolk, que havia viajado para a França especialmente para trazer a rainha-viúva de volta para a Inglaterra. A notícia do casamento sem o consentimento real deixou Henrique VIII extremamente encolerizado. Ele baniu tanto Charles quanto a nova duquesa de Suffolk da corte, mas não por muito tempo.

Devido à amizade e ao carinho que ele nutria pelo duque e pela irmã mais nova, os dois foram autorizados a regressar aos Palácios Reais. Juntos, Mary e Charles foram pais de dois meninos e duas meninas, embora só as filhas tenham chegado à idade adulta. Em 25 de junho de 1533, a princesa morreu em decorrência de seu estado de saúde fragilizado, aos 37 anos. A causa da morte não é exata, mas muitos especulam que tenha sido de tuberculose ou então de sequelas deixadas pela “febre do suor”, que ela contraiu em 1528. Como filha de um rei, irmã de outro e rainha-viúva da França, Mary Tudor recebeu um magnífico funeral com honras de Estado, na Abadia de Westminster. Quando seus remanescentes humanos foram desenterrados em 6 de setembro de 1784, o caixão foi aberto e muitas mechas de seus cabelos ruivos foram extraídas por Horace Walpole, Dorothy Bentinck, duquesa de Portland, entre outros. Ela foi novamente sepultada em um túmulo no pavimento da Igreja de St. Mary, na Diocese de Canterbury.

Catarina Parr, rainha da Inglaterra

Memento contendo uma mecha de cabeço extraída do caixão da rainha Catarina Parr. Foto de Alex David-Baldi no Flickr.

Memento contendo uma mecha de cabelo de Catarina Parr, sexta esposa de Henrique VIII, extraída de seu caixão na década de 1780, descoberto por acaso no castelo de Sudley, onde ela faleceu em 5 de setembro de 1548. Em maio de 1782, o caixão de chumbo da rainha foi encontrado por um grupo de turistas, que estavam a examinar as ruínas da Capela de Santa Maria, no castelo. Quando removeram a tampa do invólucro, “deram com as feições e, especialmente, o rosto [do corpo] em perfeito estado de conservação” (HUTCHINSON, 2010, p. 254). Alarmados com o acontecido, os turistas trataram de devolver o sarcófago ao seu lugar, sem, contudo, fechá-lo cuidadosamente. Dois anos depois, os restos mortais da viúva do rei foram novamente incomodados por outro grupo, que descobriu que o corpo, outrora conservado e perfumado, já tinha se decomposto e estava cheirando a putrefação. Em 1786, um antiquário conseguiu recuperar amostras do cabelo e da roupa da morta. Apenas durante o período vitoriano, um monumento para a sepultura da rainha foi construído na Capela do castelo de Sudley, assinado pelo arquiteto George Gilbert Scott (monumento esse que marca o local onde finalmente repousa Catarina Parr), em 1863.

Mary Stuart, rainha da Escócia

Suposta mecha de cabelo de Mary Stuart, leiloada em 2021.

Durante seu cativeiro na Inglaterra, Mary Stuart presenteou seus servos mais leais com objetos de uso pessoal e enviou outros tantos para sua família na França. Em alguns museus e coleções privadas do Reino Unido, por sua vez, existem alguns relicários contendo mechas de cabelo que supostamente teriam pertencido à trágica rainha da Escócia. Mary pode ter distribuído os fios em sinal de amizade, que mais tarde foram arrumados pelos seus destinatários em delicados mementos, contendo o retrato pintado da soberana. Em 2021, um desses itens foi a leilão. A peça supostamente remonta ao século XVI e apresenta fios de cabelo em um tom acobreado, na mesma cor que fora descrita em Mary Stuart na sua juventude. Os cachos foram arrumados em um padrão bastante delicado e atado com pequenas presilhas de ouro e pérolas naturais. Daniel Wade, da Paul Fraser Collectibles, com sede em Bristol, responsável pela venda do memento, disse: “É um passo além da assinatura de Mary ou de uma peça de roupa dela”. Com o passar dos anos, os cabelos da rainha foram embranquecendo precocemente. Aos 40 anos, ela já necessitava de uma peruca para esconder os fios grisalhos.

Maria Antonieta, rainha França

Relicário contendo uma mecha de cabelo trançada de Maria Antonieta.

Mecha de cabelo de Maria Antonieta, exposta no Museu Britânico. Ao longo de sua vida, a rainha costumava presentear os seus amigos mais íntimos com joias contendo alguns fios de sua cabeleira, como a duquesa de Polignac, a princesa de Lamballe e Georgiana, duquesa de Devonshire. Em troca, ela recebia de suas amigas joias também fabricadas com fios de cabelos delas. Além deste relicário, existem também anéis e camafeus com um “pedacinho” da soberana, espalhados por algumas coleções na Europa. Não obstante, Maria Antonieta mantinha consigo mementos de seu marido e de seus filhos. A rainha manteve esses itens consigo até ser enviada para a prisão da Conciergerie, em 1793, quando as autoridades confiscaram suas lembranças mais queridas, que incluíam peças montadas com fios de cabelo de seus filhos já falecidos, como o delfim Luís José de a princesa Sofia, além do próprio Luís XVI, guilhotinado em 21 de janeiro daquele ano.

Outro modelo de memento contendo fios de cabelo de Maria Antonieta.

Quando chegou a Versalhes, em 1770, Maria Antonieta tinha apenas 14 anos e seus cabelos foram maldosamente descritos por Madame Du Barry, a amante do rei Luís XV, como “russos”. Ou seja, a tonalidade dos fios da jovem delfina estava próxima do que conhecemos como loiro-arruivado. Conforme ela foi amadurecendo, porém, suas madeixas foram adquirindo matizes mais cinzas, até ficarem precocemente embranquecidos em decorrência das pressões, situações de estresse e ansiedade pelas quais ela passou nos anos da Revolução Francesa. Aos 38 anos, prestes a ser guilhotinada, Antonieta mais se parecia com uma sexagenária! Por outro lado, os cachos de cabelo que ela presentou seus amigos nos tempos de rainha da França sobreviveram e oferecem um valioso testemunho da beleza de seus fios. A mecha da imagem acima, por exemplo, se encontra preservada em um relicário de cristal e prata, exposto no Musée Carnavalet, em Paris.

Anel contendo fios de cabelo trançados de Maria Antonieta e da princesa de Lamballe.

Um exemplo curioso de joia de afeto é este anel que Maria Antonieta deu de presente para uma de suas melhores amigas, a princesa de Lamballe. A joia contém uma mecha do cabelo da soberana, trançada com fios do cabelo da princesa. Tais testemunhos de amizade eram muito frequentes nos séculos XVIII e XIX, para representar o mútuo afeto existente entre duas pessoas. Maria Antonieta, por sua vez, costumava presentear as pessoas de quem mais gostava com medalhões e broches, contendo fios de seu próprio cabelo e/ou do rei e seus filhos. Hoje, o anel se encontra no acervo do Musée Carnavalet.

Vitória, duquesa-viúva de Kent

Pingente contendo um retrato da duquesa de Kent, acompanhado de uma mecha de seus cabelos. Foi dado à rainha Vitória pelo seu marido, o príncipe Albert.

Pingente de ágata e diamantes, encomendado pelo príncipe consorte após a morte da duquesa viúva de Kent, Vitória de Saxe-Coburgo-Saalfeld, em 16 de março de 1861. Ele contém uma fotografia da duquesa em um dos lados do fecho e no outro uma mecha de seus cabelos, acompanhados de uma “comovente inscrição”, feita pelo próprio Albert. Infelizmente, o príncipe consorte faleceria no mesmo ano em que deu o broche de presente para a esposa. Taiss joias revelam um “lado íntimo” da rainha Vitória, principalmente por terem sido utilizados como uma forma de consolo por ela após a perda de três de seus nove filhos, de seu marido e sua mãe. Ela acreditava estar mais perto dos seus entes amados, mantendo um pequeno “pedaço” de cada um deles junto a si.

Príncipe Albert

Memento contendo um cacho dos cabelos do príncipe Albert.

Broche que pertenceu à rainha Vitória, contendo uma mecha de cabelo do príncipe Albert. A perda de seu marido, em 14 de dezembro de 1861, foi um duro golpe para a monarca. A partir de então, ela faria de tudo para preservar sua memória, encomendando monumentos esculpidos em pedra, a escrita de uma biografia dividida em volumes e a confecção de uma série de mementos contento cachos do cabelo do falecido príncipe consorte, conforme podemos ver na imagem acima. A soberana inclusive mantinha consigo um molde da mão do pai de seus nove filhos, que ela carregaria consigo para o túmulo. Vitória sobreviveria a Albert por 40 anos, período de sua vida no qual ela nunca deixou de vestir o preto em sinal de luto. Na velhice, era comum a soberana usar o mesmo véu de noiva, bordado com renda de Bruxelas, que ela havia utilizado no dia de seu casamento em 10 de fevereiro de 1840 e com o qual ela seria sepultada em 1901. Atualmente, este memento com os cabelos do príncipe Albert se encontra no acervo da Royal Collection Trust.

Princesa Alice do Reino Unido, grã-duquesa de Hesse-Darmstadt

Broche de ouro contendo uma mecha de cabelo da princesa Alice do Reino Unido.

14 de dezembro certamente era um dia de muita tristeza para a rainha Vitória. Ela não apenas tinha perdido seu companheiro por 21 nessa data, em 1861, como também a sua querida filha, a princesa Alice do Reino Unido, grã-duquesa de Hesse. Falecida em 14 de dezembro de 1878 em decorrência de difteria, Alice deixou além do marido viúvo, o grão-duque Luís IV, como cinco crianças: um menino e quatro meninas, entre elas a futura czarina da Rússia, Alexandra Feodorovna. Devastada por mais essa perda, a soberana tomou para si a tutela dos netos órfãos de mãe e mandou confeccionar esse belíssimo broche com uma mecha de cabelo de sua querida filha. Dizem que a soberana, em suas disposições finais, ordenou que outro cacho dos fios de cabelo de Alice fossem colocados entre seus dedos, dentro do caixão. Os chamados mementos eram artefatos muito comuns entre a aristocracia da Era Vitória, mantidos como símbolos de afeto por alguém. Podiam ser distribuídos em sinal de amizade ou então fabricados como uma lembrança de um ente querido que havia partido. A rainha Vitória possuía uma grande quantidade de mementos, além de moldes esculpidos das mãos e dos pés de seus filhos e marido. Após a morte da rainha Vitória, em 22 de janeiro de 1901, os mementos da princesa Alice passaram para as mãos de sua filha, a princesa Victoria de Battenberg (avó do príncipe Philip, que se casaria com a rainha Elizabeth II).

Rainha Vitória

Medalhão com uma mecha de cabelo da rainha Vitória. Acervo da Royal Collection.

A rainha Vitória possuía mementos contendo mechas de cabelo não apenas de seus entes queridos, como também de si própria. O medalhão acima, por exemplo, contém uma cacho dos fios da soberana, ao lado de uma fotografia sua. No outro lado do fecho da joia, se encontra uma mecha com fios do falecido príncipe Albert, ao lado de sua fotografia. Pela imagem da monarca, podemos perceber que a joia de afeto foi confeccionada após a morte de seu marido, uma vez que ela usa suas tradicionais vestes de viúva. O objeto simbolizava a união dos dois para além desta vida, algo em que Vitória acreditava cegamente. Um de seus últimos pedidos antes de morrer foi que alguns desses mementos fossem colocados dentro de seu próprio caixão, em honra daqueles cuja lembrança ela desejava carregar consigo para sempre.

Imperatriz Leopoldina

Mecha de cabelo exposta no Salão Nobre do Museu Paulista da USP (Ipiranga) – Consta ter pertencido à Imperatriz D. Leopoldina, e foi guardada pela Marquesa de Valença.

No Salão Nobre do Museu Paulista da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga, costumava ficar em exposição uma mecha de cabelo que se dizia ter pertencido a Dona Leopoldina. Conservada numa peça de madeira com relicário de vidro, a mecha ficava ao lado de outras duas, que segundo a informação na etiqueta pertenceram à princesa Isabel e à imperatriz Dona Teresa Cristina. A suposta mecha de cabelo de Leopoldina teria sido guardada pela marquesa de Valença, dama de companhia da imperatriz, que estava constantemente no Paço e foi testemunha dos últimos momentos de vida da soberana. Em todo caso, devido à incidência da luz, a cor atual dos fios passam uma ideia muito vaga da verdadeira tonalidade dos cabelos de Leopoldina. Isto é, caso consideremos a mecha como realmente sua. Afinal, confusões e erros de etiquetagem não são difíceis de acontecer em museus brasileiros.

Bibliografia Consultada:

FRASER, Antonia. As Seis Mulheres de Henrique VIII. Tradução de Luiz Carlos Do Nascimento E Silva. 2ª edição. Rio de Janeiro: BestBolso, 2010.

FRASER, Antonia. Maria Antonieta: biografia. Tradução de Maria Beatriz de Medina. 4ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.

BAIRD, Julia. Vitória, a rainha: a biografia íntima da mulher que comandou um império. Tradução de Denise Bottman. Rio de Janeiro: Objetiva, 2018.

SOUSA, Maria Leonor Machado de. Inês de Castro: um tema português na Europa. 3ª ed. Lisboa, Portugal: Caleidoscópio, 2020.

TAPIOCA Neto, Renato Drummond. Os mementos com mechas de cabelo dos familiares da rainha Vitória! – Acesso em 30 de novembro de 2022.

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