Mulheres do Império

DONA LEOPOLDINA E O DIA DO FICO

Em 26 de abril de 1821, a bordo do navio que o levaria de volta à Europa, D. João VI olhava com tristeza para a costa brasileira, onde aportou com sua comitiva em 1808. Em decorrência de uma revolução ocorrida na cidade do Porto, o monarca foi forçado pelas Cortes de Lisboa a regressar para Portugal, deixando assim seu filho e herdeiro, príncipe D. Pedro, como regente do Brasil […] Continuar lendo →

A CHEGADA DA PRINCESA REAL CAROLINA LEOPOLDINA AO BRASIL

Em 15 de agosto de 1817, a fragata D. João VI deixava o porto de Livorno, na Itália, trazendo consigo uma ilustre passageira, cujo destino se ligara ao da família real portuguesa, instalada desde 1808 no Brasil. Ela estava muito ansiosa para conhecer seu marido, o príncipe D. Pedro, com quem se casara por procuração em 13 de maio daquele ano […] Continuar lendo 

AS BODAS DE D. PEDRO II E D. TERESA CRISTINA DE BOURBON

Aos 5 anos, Pedro de Alcântara tornou-se Imperador de Brasil. Devido à tenra idade, o governo foi entregue à três regentes e, posteriormente, para apenas um. Essa fase tumultuosa da história do Brasil, que vai da abdicação de D. Pedro I em 1831 até a proclamação da maioridade do príncipe, em 1840 […] Continuar lendo 

A MORTE DA IMPERATRIZ LEOPOLDINA

No dia 11 de dezembro de 1826, o Diário Fluminense aparecia com a sua primeira página tarjada de preto. No editorial, uma notícia que todos temiam: às 10 horas e um quarto daquela manhã faleceu Maria Leopoldina da Áustria. Depois de vários dias de preces públicas, destinadas à saúde da soberana, a doença finalmente venceu […] Continuar lendo 

O RESGATE DA MEMÓRIA DA IMPERATRIZ D. LEOPOLDINA

Nascida em Viena, no dia 22 de Janeiro de 1797, Carolina Leopoldina de Habsburgo-Lorena descendia uma das mais nobres casas reinantes da Europa. Quando criança recebeu uma educação primorosa. Desde cedo, a arquiduquesa demonstrou seu interesse pela botânica e mineralogia. Era uma cientista amadora […] Continuar lendo

D. TERESA CRISTINA, UMA IMPERATRIZ SILENCIOSA? 

Soberana consorte do maior país da América Latina por um período de aproximadamente 45 anos, D. Teresa Cristina Das Duas Sicílias até hoje permanece como uma interrogação nos autos da historiografia brasileira. Casada com o Imperador D. Pedro II, conhecido como o “rei filósofo” […] Continuar lendo…

A IMPERATRIZ LEOPOLDINA E O FANTASMA DE MARIA ANTONIETA

Na manhã de 16 de Outubro de 1793, Maria Antonieta de Habsburgo-Lorena era decapitada perante uma plateia de espectadores eufóricos na Place de La Concorde (antiga Praça Luís XV). Morrera a mulher e surgira o mito, ou melhor, a sombra, que perseguiria todas as arquiduquesas austríacas […] Continuar lendo…

DE IMPERATRIZ DO BRASIL À VIÚVA DUQUESA DE BRAGANÇA

Apesar de ter saído de um continente considerado pelos seus habitantes como cultural e intelectualmente superior ao Brasil, a jovem Amélia de Leuchtenberg tinha plena consciência do papel que deveria desempenhar como futura soberana daquela nação localizada abaixo da linha do Equador […] Continuar lendo…

O SEGUNDO CASAMENTO DO IMPERADOR

Com a morte de D. Maria Leopoldina, um grande vazio se instaurara na corte carioca, devido à perda de uma figura muito bem quista tanto por fidalgos quanto pelas classes populares, e de escravos. Dias de luto procederam à morte da paladina da Independência do Brasil, enquanto seu viúvo permanecia ao lado daquela à qual o povo creditava toda a culpa pelo […] Continuar lendo…

PAIXÃO E SEXO NA CORTE BRASILEIRA: D. PEDRO I E A MARQUESA DE SANTOS.

Caso que escandalizou toda a Europa pós Napoleão e que até hoje desperta curiosidade entre alguns pesquisadores da vida privada do primeiro imperador do Brasil, constitui-se no relacionamento de setes anos que este manteve com uma notória dama, mais tarde presenteada pelo amante com o título de marquesa […] Continuar lendo…

D. LEOPOLDINA, A MÃE DO IMPÉRIO BRASILEIRO.

Ao se avaliar o quanto da história do Brasil seus atuais habitantes assimilaram, muitos deixam passar que durante os anos de 1822 a 1889 vivemos uma fase única, entre todos os países do continente  sul americano: o Império. Nesses 67 anos de regime monárquico, observou-se […] Continuar lendo… – Segunda Parte – Conclusão

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8 comentários sobre “Mulheres do Império

  1. Sem a “Marquesa de Santos”, boa parte da história imperial brasileira, seria insípida e incolor. Uma personagem à altura do período mais emblemático da historiografia nacional. Que Imperador nunca sucumbiu aos encantos de uma amante! Seu texto nos deixa ligados do começo ao fim. Uma leitura fascinante! Um abraço, José Leite.

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    • Com certeza, José. Tão importante quanto a marquesa (ou talvez mais), foi a Imperatriz D. Leopoldina, a mulher por trás da Independência do Brasil. Fico feliz que tenha gostado do texto e da página. Abraço!

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  2. Li o romance “Senhora” de José de Alencar três vezes e assisti à telenovela da Record intitulada “Essas Mulheres”, que era sobre o mesmo tema. Para mim, foi o melhor livro dele, melhor que “O Guarani”, melhor que “O Tronco do Ipê”

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  3. Luto pela restauração da monarquia constitucional parlamentarista no Brasil. A república nunca deu certo nesse país. Nenhum governo republicano brasileiro foi melhor que o governo imperial do Brasil.

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  4. Pingback: O historiador das Rainhas Trágicas - Café História

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