Maria Antonieta e o dito “que comam brioches”

Por: Adriel Dalmolin Zortéa[1] Maria Antonieta, nascida em 02 de novembro de 1755, na Áustria, filha dos Imperadores do Sacro-Império Romano, Maria Teresa e Francisco Estêvão, cresceu no ambiente relativamente informal da corte de Viena, onde havia certa distinção entre cerimônias de caráter público e vida privada. A escritora Antonia Fraser ressalta “a intimidade burguesa da…

“É uma revolta?” – “Não, senhor. É uma Revolução!” – Como Luís XVI e Maria Antonieta reagiram à notícia da queda da Bastilha

Por: Renato Drummond Tapioca Neto 14 de julho de 1789 foi mais um dia comum em Versalhes. Nobres e cortesãos passeavam pelas longas galerias do palácio, enquanto os representantes do povo conferenciavam na antiga quadra de tênis, transformada em Assembleia Nacional. A rainha Maria Antonieta permanecia ocupada com seus assuntos particulares, enquanto o rei Luís…

Rainhas Trágicas: mulheres que moldaram a história do mundo

Por: Renato Drummond Tapioca Neto Com os ideais artísticos e humanísticos propagados pelo Renascimento, aliado às revoluções que abalaram o contexto europeu a partir do século XVI, novos hábitos e comportamentos se difundiram, não só entre as camadas economicamente mais elevadas da população, como também entre as mais baixas. Nesse processo, o próprio regime monárquico…

A rainha florentina da França: a construção da imagem pública de Catarina de Médicis

Por: Renato Drummond Tapioca Neto Catarina de Médicis, rainha da França, permanece como uma das personagens mais vilipendiadas da história ocidental, especialmente por seu suposto envolvimento (não comprovado, diga-se de passagem), no massacre de São Bartolomeu, chacina que ceifou a vida de milhares de protestantes huguenotes no dia 24 de agosto de 1572. A partir…

Feliz Natal!

Nós do Rainhas Trágicas gostaríamos de desejar a todos os nossos leitores e leitoras um ótimo natal e que essa data traga mais encanto e magia nos lares de vocês. Como presente, confeccionamos alguns cartões natalinos, simples, mas feitos com carinho. Eles são em três versões: Ana Bolena, Maria Antonieta e Imperatriz Leopoldina. Contudo, ressaltamos…