A rainha Vitória e Dona Maria II: uma amizade entre Inglaterra e Portugal!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Às 5 horas da tarde do dia 4 de abril de 1819, nascia no Paço de São Cristóvão, na Quinta da Boa Vista (Rio de Janeiro), a princesa da Beira, Dona Maria da Glória. Filha do príncipe herdeiro do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, D. Pedro de Bragança, com a arquiduquesa Dona Leopoldina de Habsburgo, sua chegada foi saudada com entusiasmo pelos avós, o rei D. João VI e a rainha Dona Carlota Joaquina. Apesar das complicações do parto, em carta ao imperador Francisco I da Áustria, Leopoldina fez saber que sua filha estava “cada vez mais forte, viva e bonita, de forma que a cada minuto me sinto feliz por ser mãe” (apud KANN, 2006, p. 353). Salvas de canhão foram troadas para anunciar a grande novidade à população da corte, sucedidas por festas e danças em todos os lugares. Menos auspicioso foi o nascimento no Palácio de Kensington (Inglaterra) de outra garotinha, às 4h15 da madrugada de 24 de maio. Era filha de Edward, duque de Kent, com Victoire de Saxe-Coburgo-Saalfeld, princesa de Leiningen. Seu avô era o rei da Inglaterra, George III, que tinha uma porção de filhos, mas que foram praticamente incapazes de produzir um sucessor para o trono britânico. Assim, a chegada daquela princesinha vinha sanar uma ferida aberta no futuro da dinastia de Hanôver. O destino, porém, se encarregaria de liga-la à vida da herdeira portuguesa.

Dona Maria II de Portugal, aos 10 anos, por Thomas Lawrence.

A rainha Vitória do Reino Unido da Grã-Bretanha e Dona Maria II de Portugal e dos Algarves foram duas das nove mulheres que ocuparam o cargo mais importante nas monarquias do século XIX, seja na posição de rainhas reinantes ou de regentes. Ambas nasceram em famílias reais principescas e cercadas por privilégios. Além de terem sido educadas para cumprir as funções típicas de uma mulher aristocrática do período, quais sejam: se casar e ter filhos, as duas também foram convocadas a assumir o governo representativo de seus respectivos países. Desempenhando um papel masculino por definição, Vitória e Maria da Glória exerceram uma influência considerável sobre a gestão dos negócios públicos. A primeira emprestou seu nome a uma época de grandes avanços industrias e científicos, enquanto a segunda ficou conhecida como “A Educadora”, a “Boa Mãe” ou a “Rainha Constitucional”. Esperava-se delas a firmeza na postura e nas decisões, de acordo com o padrão estipulado pelos seus predecessores. Quando começaram a governar, tinham menos de 20 anos e uma imensa responsabilidade nas costas: ser soberana e ao mesmo tempo esposa. Para tanto, contaram com o incondicional apoio de seus cônjuges, os primos Fernando II de Portugal e o príncipe Albert de Saxe-Coburgo, o que fazia das duas soberanas parentes pelo casamento.

Vitória e Maria da Glória se viram pela primeira vez em 1828, quando ambas tinham nove anos. Àquela altura, a princesa de Kent era órfã de pai, enquanto a pequena rainha de Portugal havia perdido a mãe apenas dois anos antes. Em 1826, D. Pedro I do Brasil abriu mão de seus direitos ao trono português em favor de sua filha primogênita. Ela deveria, portanto, completar sua educação na Europa, a fim de se tornar uma monarca adequada. Em vez de seguir para Viena, terra do avô materno da criança, o marquês de Barbacena, responsável pela segurança de Maria da Glória, preferiu aportar em Gibraltar e de lá partir para a Inglaterra[1]. Em Londres, Dona Maria foi recepcionada pelo duque de Wellington (conquistador de Napoleão I) e por Lorde Beresford, com honras dignas de uma soberana. O rei George IV, que sucedeu seu pai no trono em 1819, a recebeu pessoalmente no castelo de Windsor, em 22 de dezembro. O soberano a tomou pelo braço e apresentou a filha do imperador do Brasil à sua corte, bem como à sua sobrinha, a princesa Vitória de Kent. As duas dançaram juntas algumas quadrilhas ao som dos violinos até de madrugada, quando então se despediram. O diarista Charles Greville comentou que a rainha Maria II possuía um “sensível semblante austríaco”, em detrimento da princesa inglesa, que parecia “uma pequena criança de aspecto vulgar, nem perto da boa aparência da portuguesa” (apud LONGFORD, 1964, p. 29).

Com efeito, o marquês de Barbacena tinha também a missão de encontrar uma noiva para D. Pedro I, viúvo desde a morte de Dona Leopoldina. A candidata ao posto de imperatriz finalmente apareceu em 1829: a princesa Amélia de Beauharnais, filha do duque de Leuchtenberg com Augusta da Baviera. O imperador então deu ordens para que sua filha retornasse na companhia da nova madrasta ao Brasil, visto que nem a Inglaterra ou a França, ambas governadas por monarcas conservadores, haviam dado apoio necessário à causa da rainha destronada pelo próprio tio, D. Miguel. Os ventos da reforma política, porém, não tardaram a soprar pelo continente, chegando inclusive aos trópicos. Em 1830, o autocrático Carlos X foi deposto do trono francês e no lugar dele ascendeu o primo Luís Felipe de Orleans, de tendências liberais e burguesas. Nesse mesmo ano, falecia o rei George IV, passando a coroa do Reino Unido para o seu irmão, William IV. No Brasil, a situação também era crítica: tendo perdido a província Cisplatina em 1828, que se emancipou com o nome de Uruguai, D. Pedro foi acusado de se interessar mais pelos assuntos portugueses do que pelos brasileiros, tornando-se uma figura bastante impopular entre os políticos da terra. Em 7 de abril de 1831, ele abdicou da coroa brasileira em favor de seu filho de 5 anos e partiu para a Europa na companhia da esposa e da primogênita, para lutar pelo trono de Portugal.

Desenhos que a princesa Vitória de Kent fez da duquesa Amélia e de Dona Maria II, em outubro de 1833 (Royal Collection Trust).

Enquanto Dona Maria da Glória e Dona Amélia de Leuchtenberg permaneciam em segurança em Paris, sob a proteção do rei Luís Felipe, D. Pedro, então duque de Bragança, travava uma luta contra seu irmão pela herança da filha. Em 1833, D. Miguel finalmente foi derrotado e condenado ao exílio. Em outubro, o duque deu ordens para que a rainha e sua esposa, então mãe de uma criança de quase dois anos, a princesa Maria Amélia, regressassem para Portugal. Durante o trajeto, a soberana novamente se encontrou com a princesa Vitória e a duquesa de Kent, à bordo do vapor Soho, em Portsmouth. Nessa ocasião, elas já tinham 14 anos e Vitória aproveitou o ensejo para fazer um esboço das duas mulheres, que se encontra hoje preservado na Royal Collection. No seu diário do dia 16, a futura rainha da Inglaterra escreveu o seguinte:

Dona Maria é apenas um mês mais velha do que eu e é muito gentil comigo… ela cresceu muito, mas também ficou mais robusta. Ela tem uma bela compleição e é muito doce e amigável. Ela usa seu cabelo em dois largos cachos na fronte e uma bela trança grossa enrolada atrás. A imperatriz tem só 21 e é muito agradável. Ela tem belos olhos azuis e uma bela figura alta. Ela tem cabelos pretos e usa cachos na frente e uma trança atrás. Ela estava simplesmente vestida com um tecido de seda cinza, regada com branco amarelado (apud WARNER, 1979, p. 37).

Aquela seria a segunda e última vez em que a rainha de Portugal e a futura rainha da Inglaterra se encontrariam pessoalmente[2]. Contudo, isso não impediu que o relacionamento entre as duas florescesse através da troca de cartas e de retratos em miniatura. Vitória inclusive chegou a conhecer alguns dos filhos de Dona Maria, notadamente o futuro D. Pedro V, assim como sua jovem esposa, Dona Estefânia de Hohenzollern-Sigmaringen, quando ela esteve de passagem pela Inglaterra em 1858 para se reunir ao marido em Lisboa.

A rainha Vitória em 1843, por Franz Xaver Winterhalter.

Até o ano da ascensão de Vitória ao trono, em 20 de junho de 1837, muitas coisas aconteceram na vida da rainha Dona Maria II. Seu pai e regente, D. Pedro, faleceu em 1834, vítima de tuberculose. A maioridade da monarca precisou então ser antecipada, para que se evitasse maiores conflitos na sucessão. Um ano depois, seu marido, Augusto de Beauharnais, duque de Leuchtenberg e de Santa Cruz, morreu de forma repentina depois de dois meses de casamento, no dia 28 de março. A partir de então, as segundas núpcias da rainha de Portugal se tornaram um assunto disputado por quase todas as cortes estrangeiras. Nesta seara, quem ganhou a disputa foi o rei Leopoldo I da Bélgica, auxiliado pelo barão de Stockmar. Decido a espalhar seus sobrinhos entre as principais casas reinantes da Europa, Leopoldo conseguiu com que o filho de seu irmão, o príncipe Fernando de Saxe-Coburgo-Koháry, se casasse com a soberana portuguesa. O matrimônio por procuração ocorreu no dia 1 de janeiro de 1836. O noivo, por sua vez, tinha o mesmo nome do pai e era quase três anos mais velho que a rainha. Em sua viagem para Portugal, ele passou pela Inglaterra, onde se encontrou com a prima Vitória e sua tia, a duquesa de Kent. A princesa achou Fernando muito espontâneo e com uma aparência e porte bastante distintos.

Em comparação com o irmão mais novo dele, Augusto, Vitória escreveu no seu diário que achava o primeiro “mais bonito”, com belos olhos, “e a expressão de seu rosto é tão viva e inteligente”, principalmente quando “fala e sorri, e ele é tão bondoso” (apud STRACHEY, 2011, p. 64). A partir de então, Vitória e Maria da Glória se tornaram primas pelo casamento. Para além de uma infância pressionada pelo peso da Coroa, as duas tinham em comum um caráter intempestivo, dado a explosões de humor e uma notória dificuldade em aceitar ordens. Todavia, assim que assumiu o trono em 1837, quando as comparações entre as duas começaram a ser feitas, a rainha da Inglaterra refutava tais argumentos, dizendo que não queria ser relacionada à soberana portuguesa, pois para ela a educação de Maria da Glória era “uma das piores que se poderia ser” (apud WARNER, 1979, p. 37)[3]. Mais cedo naquele ano, em 16 de janeiro, Vitória escreveu ao tio Leopoldo acerca das péssimas escolhas da rainha de Portugal para compor sua Casa, especificamente sobre os membros da família Ficalho:

Ele admira muitíssimo o nosso querido Fernando, mas quanto à pobre Rainha o que nos disse não abona muito a seu favor, no entanto ela possui uma boa qualidade, e que é um afeto e uma submissão a Fernando. Mas infelizmente ela está rodeada por uma camarilha que lhe envenena os ouvidos e que agrilhoa todas as ações; pobre alma. É digna de pena (apud BOLÉO, 2014, p. 143).

Como podemos observar, Vitória nutria um grande interesse pela política portuguesa, assim como pelas atitudes da rainha. Algo que não diminuiu quando ela ascendeu ao trono em 20 de junho daquele ano. O relacionamento entre as duas se tornou mais estreito quando Vitória desposou Albert de Saxe-Coburgo-Gota, em 10 de fevereiro de 1840. Tanto Albert quanto Fernando tinham grande interesse pelas artes, pela ciência e pela arquitetura, deixando para trás um legado bastante próspero em termos de estética e construção civil.

Não obstante, os primos Coburgo conseguiram auxiliar suas reais esposas numa fase importante e bastante instável na política europeia. Sob seus auspícios, a monarquia passou da influência direta para a indireta, a fim de preservar a dinastia dos movimentos revolucionários que derrubaram outras casas reinantes no continente. Mas, enquanto o reinado de Maria da Glória era sacudido por movimentos populares, ora de caráter liberal, ora de caráter conservador, bem como por uma constante troca de ministérios, Vitória podia desfrutar de relativa paz, com o governo nas mãos de Premiês competentes, tais como Melbourne, Peel, Palmerston, Gladstone e Disraeli. Em 21 de abril de 1846, Dona Maria II escreveu do palácio de Belém uma carta para a rainha da Inglaterra, relatando-lhe uma sublevação popular apoiada por guerrilheiros miguelistas contra o governo:

Minha Muito Querida Vitória. […] estamos tão desagradavelmente ocupados neste momento devido a um movimento popular em quase todas as províncias do Minho onde os insurretos atacaram por três vezes Braga, mas foram sempre repelidos pelas tropas que se têm portado muito bem e é preciso dizer que os insurretos se batem como leões, principalmente as mulheres. Este tumulto surgiu devido ao novo sistema de impostos embora sejam mais vantajosos para o povo […] espero que o próximo navio lhe possa levar a notícia de que tudo está terminado e vereis, como se diz aí, tudo ficar in good spirits (apud BOLÉO, 2004, p. 278).

Terminado esse período de instabilidade, o regime constitucional pôde finalmente fincar raízes sólidas em Portugal, durante o reinado de Dona Maria II. Sua maturidade como monarca fora construída em meio a uma época de radicalismos, guerras civis (a começar pela disputa entre seu pai e seu tio pelo trono), indisciplina militar e civil e constantes convulsões políticas, desencadeadas por militares e parlamentares. Apenas no final da década de 1840 é que esses conflitos foram apaziguados e o reino de Portugal entrou em uma fase de prosperidade. A administração pública foi reorganizada e a educação passou a ser prioridade. O conjunto dessas reformas, que incluíam a estatização de muitas propriedades e bens da Igreja Católica, o corpo jurídico, as relações internacionais, o Exército e a Marinha, fizeram com que Portugal deixasse séculos de atraso e entrasse de vez na Era do Capital.

D. Fernando II de Portugal em 1852, por Sir William Charles Ross.

Com efeito, Dona Maria II, que apoiava essas mudanças com entusiasmo, ficaria então conhecida como “A Educadora” e a “Rainha Constitucional”. A esses, se juntou o epíteto de “Boa Mãe”, devido à sua notável fecundidade. Com o nascimento do príncipe herdeiro, o futuro D. Pedro V, em 1837, o pai da criança recebeu o título de rei consorte, conforme estipulado no contrato de casamento. A Coroa Matrimonial era algo que a rainha Vitória também almejava para Albert, mas sem sucesso. Apenas 15 anos depois de casados, foi que o Parlamento inglês resolveu conceder ao marido da soberana o título de príncipe consorte, ficando abaixo na hierarquia apenas do próprio filho, o príncipe de Gales. De Portugal, Dona Maria II escrevia para a prima que a missão de uma mulher casada era amar o marido e ter filhos. Essa última ideia repugnava Vitória, que nunca desejou ser mãe de muitas crianças, apesar de ter dado à luz a nove herdeiros. A rainha da Inglaterra também detestava a prática da amamentação e só depois dos primeiros meses após o parto é que ela se rendia aos encantos dos bebês, tirando inclusive moldes de gesso de seus bracinhos e pequenos pés. Infelizmente, a quantidade ininterrupta de partos acabaria por cobrar seu preço ao corpo da rainha de Portugal, que foi ficando cada vez mais corpulenta com a idade. Em 15 de novembro de 1853, em decorrência do difícil parto do seu 11° filho, uma criança natimorta batizada de Eugênio, Dona Maria da Glória não resistiu e faleceu.

Em um triste eco das causas que vitimaram sua mãe, Dona Leopoldina, em 1826, a morte de Dona Maria II foi lamentada por todos os soberanos com quem Portugal mantinha relações diplomáticas. Tinha ela apenas 34 anos e fora rainha de fato de 1834 até o momento de sua morte. Escrevendo para a rainha Vitória, D. Fernando se lamentava sobre sua perda e inconformidade: “Quando estes grandes afetos são quebrados, deixam atrás de si um vazio horrível e uma dor difícil de curar. Tenho os meus filhos que amo tanto e são tão belos e bons, mas não se substituem a uma mulher que nos ama” (apud BOLÉO, 2014, p. 313). Consternada com a notícia, a rainha da Inglaterra impôs um luto de oito semanas. Todos os festejos na corte e músicas foram cessados, até que o período passasse. Apesar da partida de uma soberana que havia conhecido quando ainda era uma criança de 9 anos, Vitória manteve boas relações com os filhos dela, especialmente D. Pedro V e D. Luís, que a visitaram em Osborne no ano de 1854. Assim como o príncipe Albert, a rainha se interessava bastante pela educação dos dois jovens e era constantemente informada sobre os seus progressos. Infelizmente, o ano de 1861 trouxe golpes terríveis para a soberana: em março, falecia sua mãe, a duquesa de Kent e em dezembro o seu tão amado príncipe Albert, provavelmente vítima da mesma enfermidade que ceifou a existência do jovem D. Pedro V, em novembro daquele mesmo ano.

Notas:

[1] Em 1828, o irmão de D. Pedro I, o infante D. Miguel, havia usurpado o trono da sobrinha e contava com o apoio da Áustria.

[2] Luísa V. de Paiva Boléo, na sua biografia sobre a rainha de Portugal, “D. Maria II: a rainha insubmissa” (2014), afirma erroneamente na página 136 que Vitória e Maria da Glória se encontraram uma única vez em 1828, quando o diário da princesa de Kent mostra que um segundo encontro ocorreu em 16 de outubro de 1833, em Portsmouth, quando Dona Maria e Dona Amélia estavam de regresso para Portugal.

[3] Nos seus diários originais, a rainha Vitória fazia alguns comentários bastante ácidos sobre a aparência e os modos de outras cabeças coroadas que ela teve a oportunidade de conhecer. Conforme ressalta Julia Baird (2018), a filha mais nova da rainha da Inglaterra, a princesa Beatrice, passou seus últimos anos de vida, na década de 1930, editando os diários da mãe e adulterando qualquer passagem considerada “comprometedora”. Assim, onde se lê no diário de juventude de Vitória que Maria da Glória era descrita como “robusta”, no original (fotografado antes de ser queimado por Beatrice) estava escrito “rainha gorda”. Com o tempo, suas impressões sobre a monarca portuguesa mudariam bastante.

Da esquerda para a direita: a rainha Vitória, D. Luís e D. Pedro V de Portugal, em Osborne, no ano de 1854.

Referências Bibliográficas:

ALEXANDRE, Philippe; DE L’AULNOIT, Béatriz. Victoria: a última rainha (1819 – 1901). Tradução de Fátima Gaspar e Carlos Gaspar. 2ª ed. Lisboa, Portugal: Bertrand, 2002.

BAIRD, Julia. Vitória, a rainha: a biografia íntima da mulher que comandou um império. Tradução de Denise Bottman. Rio de Janeiro: Objetiva, 2018.

BARMAN, Roderick J. Princesa Isabel do Brasil: gênero e poder no século XIX. Tradução de Luiz Antônio Oliveira Araújo. São Paulo: Editora Unesp, 2005.

BENEVIDES, Francisco da Fonseca. Rainhas de Portugal: as mulheres que construíram a nação. 4ª ed. Barbacena, Portugal: Marcador, 2016.

BOLÉO, Luísa V. de Paiva. D. Maria II: a rainha insubmissa. Lisboa, Portugal: A Esfera dos Livros, 2014.

GILL, Gillian. We two: Victoria and Albert: rulers, partners, rivals. New York: Ballantine Books, 2009.

KANN, Bettina; LIMA, Patrícia Souza. D. Leopoldina: cartas de uma imperatriz. – São Paulo: Estação Liberdade, 2006.

LONGFORD, Elizabeth. Queen Victoria: born to succed. New Yor:  Haper & Row, 1964.

SITWELL, Edith. Vitória, rainha da Inglaterra. Tradução de Solena Benevides Viana e Jaime de Barros. Rio de Janeiro: José Olympio, 1946.

STRACHEY, Lytton. Rainha Vitória. Tradução de Luciano Trigo. Rio de Janeiro: Record, 2001.

WARNER, Marina. Queen Victoria’s Sketchbook. London: Macmillan London Limited, 1979.

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