“Agora é tarte, Inês é morta!”: a construção do mito da rainha póstuma de Portugal – Parte III

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Em 1360, D. Pedro I de Portugal deu início às negociações com seu sobrinho, Pedro I de Castela, para a extradição dos três conselheiros do rei D. Afonso IV a quem o monarca responsabilizava pela morte de sua amada, Inês de Castro. Fazendo jus à sua alcunha de o Justiceiro, Pedro perseguiu sua vingança com ímpeto. Em troca de Pero Coelho, Álvaro Gonçalves e Diogo Lopes Pacheco, ele ofereceu ao sobrinho quatro refugiados castelhanos que viviam no exílio em seus domínios. Porém, antes que a permuta pudesse se concretizar, Diogo Lopes conseguiu fugir para a França atravessando o reino de Aragão, causando enorme frustração no rei. Ele só retornaria para Portugal em 1384, quando uma crise dinástica ameaçava a sucessão do trono. A troca de prisioneiros foi efetuada na fronteira entre os dois reinos. Enquanto os espanhóis Mem Rodrigues Tenório, Pero Núñez de Gusmão, Fernando Godil de Toledo e Fortun Sánchez de Calderon foram supliciados em Sevilha, a execução de Pero Coelho e Álvaro Gonçalves teve lugar em Santarém. Segundo o cronista Fernão Lopes, el-rei “deu um açoute no rosto de Pero Coelho”, ao que este reagiu com “desonestas e feias palavras, chamando-lhe traidor, fé perjuro, algoz e carniceiro dos homens”.

Retrato póstumo de D. Pedro I de Portugal.

Aviltado por essa quantidade de ofensas, D. Pedro ordenou que lhe “trouxessem cebola e vinagre para o coelho, enfadou-se deles e mandou-os matar”. A cena da execução dos dois conselheiros de D. Afonso, de acordo com a narrativa de Lopes, foi quase tão sanguinária quanto a morte da própria Inês: “mandou tirar o coração pelos peitos a Pero Coelho e a Álvaro Gonçalves pelas espáduas”. Enquanto as vítimas eram supliciadas, o monarca assistia à carnificina servindo-se de um delicioso banquete. Por fim, ordenou que os despojos dos traidores fossem queimados. Embora não possamos afirmar com convicção a veracidade desses acontecimentos, eles dão conta do ódio que o novo soberano nutria pelos assassinos de Dona Inês. O poeta Alberto Pimentel cristalizou a passagem com os seguintes versos:

Findo o banquete, o rei respira enfim, descansa

Na embriaguez do sangue excruciante e doce…

E sereno adormece a lamentar que fosse

Para tão grande amor tão pequena vingança [grifo meu]

A literatura portuguesa sobre o drama inesiano, produzida tanto em verso quanto em prosa, foi muito responsável pela romantização da presente narrativa. É possível que, por trás dessa atitude de D. Pedro I, houvesse outra razão. Ao responsabilizar os conselheiros de seu pai pelo assassinato da mulher amada, o novo monarca poderia buscar desassociar a imagem de D. Afonso IV desse crime, jogando a culpa exclusivamente nos homens que fizerem executar a sentença contra Dona Inês. Sua história, por mais que seja pintada sob o prisma de um amor proibido que teve um trágico desfecho, denota o quanto as mulheres nobres eram consideradas como peças diplomáticas no tabuleiro jogado pelos reis ibéricos. A figura de Inês de Castro ganha relevância histórica não pela sua existência conjunta com D. Pedro e sim pelo seu assassinato, que pode ser encaixado numa análise serial sobre as taxas de feminicídio durante a Idade Média, assim como pelas tentativas do rei em defender a legitimidade dos filhos do casal, afirmando que ele havia se casado com a dama em uma data não recordada.

Em 12 de junho de 1360, enquanto o monarca se encontrava em Cantanhede na casa de seu mordomo-mor, D. João Afonso Telo, conde de Barcelos, ele se dirigiu à igreja local acompanhado de uma numerosa comitiva. Esta incluía seu anfitrião, como também o chanceler-mor Vasco Martins de Sousa, o mestre Afonso das Leis, o guarda-mor João Lourenço Bubal e muitos outros fidalgos. Na presença do tabelião geral Gonçalo Pérez, D. Pedro I colocou a mão sobre os Evangelhos e jurou que havia aproximadamente sete anos que ele recebeu Inês como sua legítima esposa. Em seguida, o soberano disse que “teuera e teue a dicta doña Enes por sua mulher lijdima per hum dous, tres años, e mais, ata o tempo da morte dessa doña Enes uiuendo ambos de comsuum fazendosse maridãnça pela guisa que deuião”. O rei completava seu depoimento afirmando que, se antes não havia divulgado essa informação, fora pelo “reçeo e temor” que tinha de seu pai. Ao fazer tal confissão, ele pretendia “desencarregar sua consciência e dizer a verdade”. Só podemos supor as razões que fizeram D. Pedro esperar três anos desde a morte de D. Afonso para anunciar que havia se casado com Dona Inês. As circunstâncias, um tanto quanto suspeitas, nos fazem questionar se tal matrimônio de fato ocorreu.

Gravura fictícia, representando o casamento secreto de D. Pedro I de Portugal com Inês de Castro.

Assim sendo, quais teriam sido as razões de Pedro I? Aparentemente, poder-se-ia pensar na sucessão do trono, uma vez que seu herdeiro com Dona Constança Manuel, D. Fernando, era um rapaz enfermiço e com poucas chances de deixar descendência. Nesse caso, a legitimação dos filhos havidos com Dona Inês asseguraria a linhagem de Borgonha, caso o príncipe herdeiro viesse a falecer sem sucessores de seu corpo. No dia 18 de junho do mesmo ano, o conde de Barcelos e o chanceler-mor Vasco Martins de Sousa comparecerem ao Paço universitário, onde hoje se ergue o edifício da Faculdade de Letras de Coimbra, para o estudo do caso. Na presença do tabelião Gonçalo Pérez foram apresentadas duas testemunhas indicadas pelo rei, que confirmariam a validade de sua declaração. Uma delas, o bispo da Guarda D. Gil, afirmou que estava em Bragança quando D. Pedro:

[…] O mandara chamar um dia à sua câmara, sendo Dona Inês presente, e que lhe dissera que a queria receber por sua mulher. E que logo sem mais detença o dito senhor pusera a mão nas mãos dele e isso mesmo a dita Dona Inês. E que os recebera ambos por palavras de presente como manda a Santa Igreja. E que os vira viver de comum até a morte de Dona Inês. Que isto podia haver sete anos pouco mais ou menos mas que não se acordava do dia e mês em que fora (apud OLIVEIRA, 2010, p. 269).

A outra testemunha indicada por D. Pedro foi seu criado Estêvão Lobato, naquele momento residente em Santarém. Ele afirmou que estava em Bragança quando seu amo o mandou chamar até sua câmara, para que fosse testemunha de seu casamento com Dona Inês de Castro. No momento seguinte, ele presenciou o bispo D. Gil da Guarda:

[…] Tomar o dito senhor por uma mão e ela por outra e que então os recebera a ambos por aquelas palavras que costumam dizer em tais esponsórios e que os vira viver juntamente até ao tempo da morte dela. Que isso foram num primeiro dia de janeiro, podia haver sete anos mais ou menos (apud OLIVEIRA, 2010, p. 269).

Na ocasião em que estas declarações foram feitas, estavam presentes muitos bispos e fidalgos, como o supracitado conde de Barcelos, que recordou a todos de uma bula expedida em 1325 pelo papa João XXII, permitindo ao herdeiro de D. Afonso IV desposar “qualquer nobre mulher devota à Santa Igreja de Roma, ainda que por linha transversa, de uma parte no segundo grau e doutra no terceiro sejais dívidos os parentes, e isso que por razão de outras duas linhas colaterais seja embargo de parentesco ou cunhadia entre vós no quarto grau”. Em outras palavras, D. Pedro I estava autorizado por decreto papal a se casar com qualquer parente, o que incluía Dona Inês, já que ambos descendiam de D. Sancho IV de Castela. Uma vez lidas e publicadas todas essas informações, o mordomo-mor requisitou ao tabelião que legitimasse os três filhos do casal. Todas as precauções jurídicas foram tomadas para que os infantes fossem assim incluídos na linha sucessória. O que causa estranheza, segundo opinião de António de Vasconcelos (2004), é o fato de que o bispo não tenha se lembrado da data exata em que o casamento foi realizado. Uma vez que o matrimônio deveria mais tarde ser anunciado, era necessário que anotações fossem feitas em um livro de registros para efeito de comprovação.

Detalhe da tela “A coroação de Inês de Castro”, por Pierre Charles Comte (1849).

Não obstante, o dia oferecido por Lobato (1 de janeiro de 1353) é ainda mais polêmico. Afinal, uma data como o primeiro dia do ano novo, marcada por festas, não seria tão facilmente esquecida em um período de sete anos. Essas dúvidas foram levantadas pelo cronista Fernão Lopes: “que um casamento tão notável e que tantas razões tinha para ser lembrado, houvesse em tão pouco espaço de esquecer, assim àquele que o fez como aos outros que foram presentes”. Por outro lado, deve-se acrescentar que, na falta de registro escrito, um matrimônio podia ser considerado válido se observadas pelo menos quatro práticas: declaração jurada do clérigo que recebeu os votos dos noivos, como fez o bispo da Guarda D. Gil; por declaração jurada de testemunhas comuns, e nesse caso entram tanto o depoimento de D. Gil quanto o de Estêvão Lobato; por declaração jurada dos cônjuges (embora Inês já estivesse morta, lembremos que D. Pedro jurou sobre os Evangelhos que a tomou por esposa); ou ainda pela demonstração de três ações elementares: terem sido chamados de cônjuges, terem convividos juntos e se tratado mutuamente por consortes. Assim sendo, o suposto casamento de D. Pedro I e Dona Inês atendia aos quatro requisitos necessários para que sua união fosse considerada válida aos olhos de Deus e dos homens. Conforme ressalta Ana Rodrigues Oliveira:

É difícil poder decidir, historicamente, pela veracidade ou falsidade desse matrimônio. Cabe, no entanto, relembrar que, à luz da Idade Média, o casamento era considerado realizado desde que os noivos pronunciassem, entre si e sob juramento, as chamadas palavras de presente “Recebo-te por minha; recebo-te por meu”. Não era necessária sequer a presença de testemunhas e bastava que os novos cônjuges, vivendo em comum, declarassem que haviam prometido, um ao outro, fidelidade e amor. A esses casamentos clandestinos, mas válidos nos seus efeitos práticos, chamavam-se, então, casamentos a furto e casamentos de pública fama, conforme se realizavam em segredo ou se reconheciam por coabitação (2010, p. 275).

Todavia, o último problema enfrentado por D. Pedro era uma carta do papa Inocêncio VI, indeferindo o pedido feito pelo monarca para legitimação de seu casamento. O mesmo documento pode ser conferido na coleção 1030 organizada pelos beneditinos Dom Edmundo Martene e Dum Ursino Durand, Epístola CCIII, na qual está escrito que o papa se “recusava a aprovar o matrimônio com Inês de Castro, e a legitimar sua prole declarada”. Diante desse obstáculo, o rei tomou uma atitude sem precedentes na história portuguesa: mandou que fosse erguido no mosteiro de Alcobaça um magnífico túmulo para sua amada, em cuja efígie Dona Inês de Castro aparece coroada como rainha de Portugal e cercada por um grupo de anjos.

Tendo ordenado a construção de dois monumentos sepulcrais, um para si e outro para sua esposa, D. Pedro pretendia provar a todos que Inês fora sua legítima consorte, mãe de seus herdeiros, rainha por direito depois de morta e soberana incontestável de facto. Contudo, tem havido alguma confusão, alimentanda tanto pela literatura quanto pelas artes plásticas, de que o rei teria organizado para sua mulher (morta há 6 anos em 1361) uma cerimônia de coroação na qual ocorreu o tradicional beija-mão. Essa cena macabra aparece pintada nas telas de Gillot Saint-Evre (1829), Pierre-Charles Comte (1849), Lima de Freitas (1987), entre outros. O cadáver coroado de Dona Inês geralmente é representado em trajes reais, com a mão putrefata estendida para que toda a nobreza a beijasse. Essa crença popular, por sua vez, não encontra comprovação nas fontes da época. O poeta Garcia de Resende a versificou da seguinte forma:

… Como o Príncipe foi rei,

Sem tardar, mas muita asinha,

A fez alçar por rainha,

Sendo morta o fez por lei.

Já o poeta Camões, que bebeu na fonte da crônica de Fernão Lopes e de Rui de Pina, escreveu em Os Lusíadas:

O caso triste e dino de memória

Que o sephulcro os homens desenterra

Aconteceo da misera mesquinha

Que despois de ser morta foi Rainha.

Na opinião de Rodrigo Medina Zagni (2008), esses versos podem ter causado algum erro de interpretação entre as gerações futuras. Por força régia, D. Pedro submeteu a nobreza à autoridade de Inês depois de morta. Contudo, essa imagem “é associada ao plano físico, como se de fato tivesse sido postado o cadáver de Inês sobre um trono e submetida a nobreza do período à morta, que estaria certamente já em estado de decomposição” (p. 15). Sobre a afirmação feita pelo rei de que ele e Inês teriam se casado secretamente, Rui de Pina acrescenta apenas que o monarca “não fez esta declaração logo como reinou, mas daí a três anos, & porém ele a este tempo, a mandou daí em diante chamar, & intitular, Rainha de Portugal, & aos seus filhos infantes”. Em nenhum momento foi relatado pela crônica ou pela poesia a cena grotesca do cadáver entronizado de Dona Inês, que se cristalizou no imaginário coletivo com o passar dos séculos. Teria sido a partir daí que surgiu o famoso ditado: “Agora é tarde, Inês é morta!”.

Efígies tumulares de D. Pedro I e Dona Inês em Alcobaça.

Os fatos, contudo, apontam para uma versão bem diferente. O que D. Pedro organizou para a falecida esposa, na verdade, foi uma grandioso funeral com honras de Estado, em 1361. Seu corpo, originalmente sepultado na Igreja de Santa-Clara-a-Velha, em Coimbra, foi transladado para o Mosteiro de Alcobaça e depositado no magnífico túmulo que o rei mandara esculpir. Segundo Fernão Lopes:

[D. Pedro I] mandou fazer um monumento de alva pedra, todo mui subtilmente obrado, pondo elevada sobre a campa de cima a imagem dele [de Dona Inês] com coroa na cabeça, como se fora rainha. […] E fez trazer o seu corpo, o mais honradamente que se fazer pode, cá la vinha numas andas muito bem corrigidas para tal tempo, as quais traziam grandes cavaleiros, acompanhadas de grandes fidalgos e muita outra gente e donas e donzelas e outra clerezia. Pelo caminho estavam muitos homens com círios nas mãos, de tal guisa ordenados que sempre o seu corpo foi todo o caminho por entre círios acesos. E assim chegaram até ao dito mosteiro, que eram dali dezassete léguas, onde com muitas missas e grande solenidade foi posta naquele monumento. E foi esta a mais honrada transladação que até àquele tempo em Portugal fora vista (apud OLIVEIRA, 2010, p. 276).

Conforme podemos observar pelas palavras do cronista, nenhuma cerimônia de coroação para o cadáver de Dona Inês fora organizada, mas uma missa fúnebre na presença da corte portuguesa. O viúvo mandou colocar o monumento sepulcral da amada “não à entrada, onde jazem os reis, mas dentro da igreja à mão direita, cerca da capela-mor”. Em 1367, D. Pedro I faleceu aos 46 anos. Seu corpo fora depositado em um túmulo de semelhante lavra no Mosteiro de Alcobaça, local onde jaz até hoje. Ele foi sucedido por seu filho com Dona Constança, D. Fernando I. Mais tarde, esse monarca declararia inválido o casamento de seu pai com Inês nas cortes de Coimbra, excluindo seus meios-irmãos da linha sucessória.

Com efeito, nas cenas esculpidas em ambos os monumentos de Alcobaça se percebe a narrativa da vida de Dona Inês e imagens do Juízo Final. Isso levou à crença de que os sepulcros foram depositados um ao lado do outro para que, no dia do Grande Julgamento, quando os cônjuges despertassem, pudessem se encontrar novamente. Mais uma vez, a documentação histórica derrubou esta falácia. Em seu testamento, D. Pedro deu apenas orientações para que seu corpo fosse depositado em sua sepultura no mosteiro de Alcobaça, sem qualquer referência ao sarcófago da esposa. Quando as tropas napoleônicas invadiram o Mosteiro em 1810, o túmulo de Inês fora violado e os soldados franceses constataram que seu corpo apresentava a cabeça decepada. Até hoje, poetas do mundo inteiro louvam a beleza da rainha póstuma e seus amores com o primeiro Pedro. A despeito das tentativas de reinados subsequentes de minimizar sua importância na história portuguesa, os descendentes de Dona Inês de Castro se encontram em quase todas as casas reinantes da Europa. Para aqueles que preferem a narrativa romântica, a epígrafe gravada nos túmulos de Alcobaça é mais do que prova dos sentimentos que o soberano nutria pela mulher que foi brutalmente arrancada de sua vida: “Até o fim do mundo”.

Referências Bibliográficas:

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BRITO, Terezinha Maria de. Inês de Castro: Uma rainha encantada no imaginário. Graphos. João Pessoa, v. 8, n.1, p. 51-58, jan./jul. 2006.

CAMÕES, Luís de. Os Lusíadas. São Paulo: Abril Coleções, 2010.

FERNANDES, Hérika. Inês de Castro, a rainha póstuma: a permanência do mito – uma análise semiótica. Littera Online. Maranhão, v. 1, n. 2, p. 31-42, jul./dez. 2010.

MEGIANI, Ana Paula Torres; SAMPAIO, Jorge Pereira de (Orgs.). Inês de Castro: a época e a memória. São Paulo: Alameda, 2008.

OLIVEIRA, Ana Rodrigues. Rainhas medievais de Portugal: 17 mulheres, 2 dinastias, 4 séculos de História. Lisboa, Portugal: A Esfera dos Livros, 2010.

OLIVEIRA, António Resende de. As vidas de D. Pedro e de D. Inês de Castro na historiografia medieval portuguesa.  In: COLÓQUIO INÊS DE CASTRO NO CONTEXTO PENINSULAR DO SEU TEMPO, 1, 2005, Monteromor-o-Velho, Portugal. Anais eletrônicos. Monteromor-o-Velho: Guarecer on-line, 2005.

SOUSA, Maria Leonor Machado de. Inês de Castro: um tema português na Europa. 3ª ed. Lisboa, Portugal: Caleidoscópio, 2020.

VASCONCELOS, António de. História de Portugal: Inês de Castro. Matosinhos, Portugal: QuidNovi, 2004.

ZAGNI, Rodrigo Medina. Inês é morta! A tragédia de Inês Pires de Castro entre a narrativa literária e a História. Revista de História e Estudos Culturais. Uberlândia, v. 5, n. 3, p. 1-17, jul./set. 2008.

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