Líderes mundiais e membros da realeza europeia prestam tributo em memória do príncipe Philip!

Monarcas, Chefes de Estado e Primeiros-Ministros de todas as partes do mundo, tanto atuantes quanto afastados, enviaram suas mais sinceras condolências após a morte do príncipe Philip, duque de Edimburgo, aos 99 anos.

As famílias reais da Europa e os líderes da Comunidade de Nações também elogiaram seu serviço público excepcional.

Joe Biden descreveu o duque como um “cara demais”, e todos os ex-presidentes americanos vivos também prestaram suas homenagens.

O Papa Francisco, por sua vez, prestou homenagem à sua “devoção ao casamento e à família”.

A Rainha e o Príncipe Filipe visitaram o Papa no Vaticano em 2014.

O líder da Igreja Católica Romana também destacou o “compromisso do príncipe com a educação e o avanço das gerações futuras”.

O líder espiritual do Tibete, o Dalai Lama, escreveu à rainha e ao príncipe Charles, dizendo que o duque seria lembrado por ter levado uma vida significativa.

O presidente Xi Jinping da China também enviou suas condolências à rainha Elizabeth.

O duque, cuja morte foi anunciada pelo Palácio de Buckingham na sexta-feira, acompanhou a soberana durante centenas de visitas ao exterior.

CULTIVANDO MEMÓRIAS

Barack Obama disse que Philip era um “homem notável … que ajudou a fornecer liderança estável e sabedoria orientadora”

O príncipe Philip tinha laços de sangue com várias famílias reais europeias anteriores ou atuais, e muitos de seus membros enviaram condolências.

O telegrama do rei Felipe e da rainha Letizia da Espanha foi particularmente comovente, enviando “todo o nosso amor e afeto” à tia Lilibet (o nome afetuoso que o duque usava para sua esposa) e ao querido tio Philip.

“Jamais esqueceremos os momentos que compartilhamos com ele”, disseram à Rainha.

O rei da Suécia Carl Gustaf disse que o duque foi “um grande amigo de nossa família por muitos anos, uma relação que valorizamos profundamente”.

O Príncipe Philip dentro de uma carruagem ao lado da rainha Letizia da Espanha, em Londres, no ano de 2017.

A porta-voz da família real sueca, Margareta Thorgren, disse à BBC que o rei e o duque viajaram juntos para a Inglaterra, acrescentando: “Esse foi o início de uma grande amizade entre eles”.

A família real holandesa disse que se lembraria do príncipe Philip com grande respeito, acrescentando: “Sua personalidade viva deixou uma impressão indelével.”

O rei Filipe da Bélgica disse que ele e a rainha Mathilde “sempre guardariam com carinho as memórias de nossos encontros calorosos”.

UM PILAR PARA A RAINHA

Os tributos também vieram da Comunidade (54 nações, a maioria com raízes no Império Britânico e lar de 2,4 bilhões de pessoas).

Bandeiras australianas foram hasteadas a meio mastro na Sydney Harbour Bridge, em homenagem ao duque.

“Ele incorporou uma geração que nunca mais veremos”, disse o Primeiro-Ministro australiano, Scott Morrison. “Ele era um homem inabalável, em quem se podia confiar, sempre ao lado de sua rainha.”

As bandeiras foram baixadas a meio mastro na Casa do Parlamento da Austrália em Canberra, onde uma saudação de 41 tiros teve lugar no sábado, assim como na Sydney Harbour Bridge, onde em 1954 o príncipe Philip chegou ao lado da recém-coroada rainha Elizabeth para a primeira visita de uma monarca reinante ao país.

A Primeira-Ministra da Nova Zelândia, Jacinda Ardern, observou que milhares de jovens “completaram desafios de mudança de vida” graças ao “Prêmio Hillary” do duque.

A cerimônia foi planejada na capital do país, Wellington, para o meio-dia de domingo (00:00 GMT), que deve durar cerca de 40 minutos e contará com uma salva de 41 tiros.

A rainha Elizabeth e o príncipe Philip na Nova Zelândia, em 1977. Muitos dos tributos mais calorosos vieram da Comunidade.

O Primeiro-Ministro do Canadá, Justin Trudeau, disse que o duque “contribuiu muito para o tecido social de nosso país – e do mundo”.

Ele acrescentou: “Vamos lembrá-lo com carinho como um pilar na vida de nossa Rainha.”

O Primeiro-Ministro do Paquistão, Imran Khan, disse que Philip foi um “líder sábio” e que “seu papel na promoção das relações Paquistão-Reino Unido sempre será lembrado”.

O Primeiro-Ministro indiano Narendra Modi foi mais um líder que elogiou sua vida de dedicação a “muitas iniciativas de serviço comunitário”.

O presidente do Quênia, Uhuru Kenyatta, disse que o duque foi um “símbolo elevado dos valores familiares e da unidade do povo britânico, bem como de toda a comunidade global”.

Outras calorosas condolências da África incluem também o Zimbábue – que tem uma relação difícil com o Reino Unido e não está mais na Comunidade – e o presidente da Tanzânia, que recentemente perdeu seu líder John Pombe Magufuli em meio à pandemia de Covid-19.

UMA VIDA LONGA E NOTÁVEL

Outras homenagens vieram de nações profundamente ligadas ao duque e sua família.

O Primeiro-Ministro de Malta, Robert Abela, escreveu: “Verdadeiramente entristecido pela perda do príncipe Philip, que fez de Malta sua casa e voltou aqui tantas vezes. Nosso povo sempre guardará sua memória”.

Philip e Elizabeth passaram dois anos idílicos em Malta, onde ele serviu na Marinha antes da morte do rei George VI, em 1952.

O Primeiro-Ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que o duque foi “um servidor público consumado” e que fará muita falta.

A mãe do duque, a princesa Alice de Battenberg, que morreu em 1969, está sepultada na Igreja de Maria Madalena em Jerusalém.

O duque de Edimburgo com sua mãe, a princesa Alice de Battenberg.

O emir do Qatar, xeque Tamim bin Hamad Al Thani, enviou suas “sinceras condolências” à rainha, à família real e ao povo britânico.

Em uma homenagem pessoal, Barack Obama, um dos 18 presidentes dos Estados Unidos durante a vida do duque, disse que Philip imediatamente colocou ele e Michelle à vontade, e que ele era “gentil e caloroso, com uma sagacidade afiada e um bom humor infalível”.

Donald Trump disse que o príncipe Philip “definiu a dignidade e a graça britânicas. Ele personificou a reserva tranquila, a firmeza severa e a integridade inflexível do Reino Unido…”

Em um telegrama para a rainha, o presidente russo Vladimir Putin disse que o duque “gozava de respeito por direito”, tanto em casa como internacionalmente.

A chanceler Angela Merkel disse que a “amizade do duque com a Alemanha, sua natureza direta e seu senso de dever” seriam sempre lembrados.

O Ministro das Relações Exteriores da França, Jean-Yves Le Drian, chamou o duque de um homem de “grande estilo”, dizendo: “A França se junta à tristeza de seus amigos do outro lado do Canal da Mancha e saúda a vida, ao mesmo tempo europeia e britânica, de um homem que foi um testemunha de um século de provações e esperanças para o nosso continente”.

O presidente italiano, Sergio Mattarella, disse que “guardaria” as memórias da “profunda admiração do príncipe Philip pelo patrimônio artístico e cultural da Itália”. Disse que o duque acompanhou “a evolução do seu país com um espírito aberto e inovador”.

O presidente irlandês Michael D. Higgins elogiou a capacidade do Príncipe Philip de trazer “um ar de informalidade a ocasiões formais”.

“Sua presença distinta e senso de humor único deixavam os convidados à vontade e sempre engajou aqueles que o encontraram”, disse ele.

A Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, expressou os seus pêsames à família real e “ao povo do Reino Unido neste dia tão triste”.

Link para a matéria original da BBC: clique aqui!

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