Download da matéria “A vida íntima da Imperatriz Leopoldina”, publicada pela Aventuras na História deste mês!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Em 1973, Carlos H. Oberacker Jr. publicou pelo Conselho Federal de Cultura uma das biografias mais completas já escritas sobre a Imperatriz Leopoldina. A obra foi lançada por ocasião do aniversário de 150 anos da Independência do Brasil. Os leitores de então puderam ter maior contato com a vida da mulher de D. Pedro I, desde sua infância em Viena, até sua morte no Rio de Janeiro, em 11 de dezembro de 1826. Desde então, poucas obras dignas de nota foram publicadas, no intuito de apresentar um novo perfil da soberana. Leopoldina permanece quase desconhecida pelos brasileiros atuais, exceto pelos dilemas privados, protagonizados pelos casos extraconjugais de seu marido, Pedro I. Contudo, uma nova biografia sobre a paladina da Independência acaba de ser lançada pela editora Planeta. Aproveitando a ocasião, a revista Aventuras Na História desse mês publicou uma matéria escrita pelo autor do livro, Marsillo Cassotti, onde ele revela alguns detalhes da vida íntima da Imperatriz.

Capa da edição n° 142 da revista Aventuras Na História.

Capa da edição n° 142 da revista Aventuras Na História.

Intitulada “Amor e poder nos tempos do império”, a matéria é composta de 10 páginas, ricamente ilustradas com retratos e documentos ligados à D. Leopoldina. O estilo de escrita de Cassotti é bastante leve e bem acessível ao público. No texto, ele revela os dissabores enfrentados pela soberana no seio de sua nova família portuguesa e sua fundamental contribuição para a emancipação política do Brasil. Não obstante, o autor traz alguns detalhes da pesquisa para seu novo livro e como ele partiu de uma extensiva análise documental para trazer ao público a “real” Leopoldina, uma mulher com defeitos e virtudes, que amou o Brasil como se brasileira fosse e lutou pela felicidade da Nação e de seu povo. Em breve, publicaremos no Rainha Trágicas um resenha do livro de Marsillo Cassotti, “A biografia íntima de Leopoldina” (2015). Até lá, fiquem com os scans em boa qualidade da matéria “Amor e poder nos tempos do império”, publicada pela revista Aventuras na História.

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4 comentários sobre “Download da matéria “A vida íntima da Imperatriz Leopoldina”, publicada pela Aventuras na História deste mês!

  1. Obrigada por disponibilizar a matéria aqui! Pensava em comprar exemplares dessa revista, mas achei a matéria mal escrita, e ao ver que usaram uma gravura da princesa Leopoldina, claramente ve-se que se trata de uma gravura vitoriana, dentre os anos de 1850-60 pela vestimenta, como se fosse da Imperatriz, perdeu toda a credibilidade pra mim.

    A

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  2. A grande arquiduquesa da Casa de Lorena dos Habsburgos, que tiveram o Brasil sob seus domínios por sessenta anos, entre 1580 a 1640, seu erro principal foi casar como excêntrico Pedro I que causou muitos dissabores a D. Joao VI principalmente, quanto a Independência do Brasil, foi oportunista usando a divida de guerra com Inglaterra para forçar o pai a fazer o inventario em vida do Brasil, através da inicial Carta Lei de 1825 onde D, João VI dois anos após homologa com o Tratado do Rio de janeiro de 1825 ficando o Brasil soberano a partir de 29 de agosto de 1825 o sete de setembro nada tem em comum com a Independência do Brasil, Maria Leopoldina Josefa Carolina, mulher de educação Vienense capital das civilizações não teve participação da consequência que causou a Independência do Brasil, uma Habsburga para casar com um Bragança deveria conhece-lo melhor, não fazer esse ato por procuração…Viena dos meus amores!.

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    • Ivanildo, o casamento com D. Pedro I não pode ser considerado um erro de Leopoldina, pois esta decisão não cabia a ela e sim a seu pai, imperador Francisco I da Áustria. Casamentos como esses, entre as famílias reais europeias, aconteciam a centenas de anos. Na verdade, o erro dela foi ter esperado do marido uma devoção que era quase inexistente nesse tipo de união.
      Sobre a participação dela no processo de emancipação política do Brasil, sugiro que leia as cartas dela endereçadas à família em Viena, ao marido e ao ministro José Bonifácio. Até mais 😉

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