25 anos sem Lady Di: a vida, o impacto e o legado da Princesa do Povo no Mundo!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

“Eu gostaria de ser rainha no coração das pessoas”, disse certa vez Diana, princesa de Gales, numa entrevista ao programa Panorama da BBC, em 1995. Quase dois anos depois de proferir tais palavras, o coração partido de Lady Di parava definitivamente de bater. Ela deixava esta vida aos 36 anos, no dia 31 de agosto de 1997, com dois filhos órfãos e multidões chorando por sua perda. Geralmente, o público se sente mais conectado a indivíduos cujas trajetórias puderam ser acompanhadas do início ao fim. Mas quem poderia imaginar que aquela bela jovem de 20 anos em 1981, entrando com seu icônico vestido de noiva na Catedral de St. Paul, teria um final tão triste? Sob muitos aspectos, Diana personificou aos olhos dos telespectadores o ideal dos contos de fadas. Garotas de vários lugares passaram a acreditar que o “felizes para sempre” poderia ser verdadeiro e, por algum tempo, muitos tiveram essa impressão. Mas frases como essa se encaixam melhor nos livros infantis do que na vida real. A princesa de Gales era um ser humano e, como tal, passível de cometer erros e acertos. 25 anos já se passaram desde a madrugada do trágico acidente que ceifou sua vida em Paris. No entanto, o interesse em torno de sua personalidade parece longe de se esgotar!

Fotografia digitalmente colorida da princesa Diana, quando criança.

Nascida na Park House em 1 de julho de 1961, esperava-se que Diana Frances Spencer fosse o novo visconde de Althorp, que herdaria todas as propriedades e títulos da família, incluindo o de conde. Mas, para frustração do pai da criança, John, sua esposa dera à luz uma terceira menina. A urgência por um herdeiro do sexo masculino consumiu bastante a relação do casal. Quando o atual conde Spencer nasceu, Charles, as divergências entre os pais de Diana já eram irremediáveis. Pouco tempo depois, sua mãe, Frances, abandonou a casa e abriu um processo judicial pela guarda dos filhos melhores. O tribunal, porém, decidiu em favor do pai. Os destroços de uma família em frangalhos deixariam profundas sequelas na futura princesa de Gales. Sabendo de como a ausência materna criara um vácuo não preenchido na sua vida e na de seus irmãos, Diana não queria que isto se repetisse quando ela tivesse seus próprios filhos. Ela sonhava com casamentos tradicionais e felizes, embalada pela leitura dos romances de Barbara Cartland. “Lembro-me dela dizendo ‘só vou me casar quando tiver certeza de estar apaixonada para que nunca nos divorciemos’, e isso se transformou em uma espécie de tema para ela”, relembra Mary Clarke, que cuidou de Diana durante a infância.

A educação da futura princesa de Gales foi moldada exatamente dentro daquilo que se esperava de uma garota nascida no seio da aristocracia. Ela frequentou a West Heath Girl’s School, em Kent, onde estudou por cinco anos, embora nunca tenha se destacou por notas altas, exceto nos componentes curriculares de Educação Física e Natação, onde se demonstrou um verdadeiro prodígio. Como toda menina rica de sua geração, ao completar 16 anos, foi-lhe permitido deixar a escola e prestar serviços como babá e auxiliar de creche. Dessa experiência nasceu o mito, muito difundido em 1981, de que Diana seria uma plebeia, coisa que ela nunca foi. Na verdade, sua família é uma das mais antigas da Inglaterra e os herdeiros masculinos dela foram elevados ao status de condes no século XVIII. Como filha de um nobre, Diana recebia o tratamento de Lady, embora ela dificilmente revelasse suas origens aristocráticas nas casas em que se candidatava para uma vaga de emprego. Assim, ela passou a encarnar diante dos olhares públicos a imagem da cinderela moderna, que havia encontrado seu “príncipe encantado” e protagonizado um casamento digno de contos de fadas, conforme o próprio deão de Westminster fez questão de enfatizar enquanto conduzia a cerimônia.

Contudo, apesar de Diana não ser uma aluna modelo, isso não significa que ela era ignorante, como tantas vezes ela se sentia. De fato, a princesa possuía uma espécie de inteligência emocional, que a tornava extremamente empática ao sofrimento do próximo, independentemente de fatores como etnia, gênero, classe, religiosidade ou nacionalidade. Embora fosse uma mulher que carregava feridas não completamente cicatrizadas desde a infância, Diana retribuía a tristeza com doçura. Foi essa capacidade de se colocar no lugar do próximo que fez a princesa de Gales de aproximar do povo em um nível quase nunca visto na história da realeza britânica. Muito antes de se casar com o príncipe Chales, a filha do conde Spencer visitava asilos de idosos, oferecendo-lhes o conforto de sua companhia e a atenção de que tanto necessitavam. Depois de entrar para a família real, ela usou seus privilégios sociais em prol daqueles que não tinha as mesmas oportunidades. Podia ser constantemente vista em hospitais para leprosos abraçando seus pacientes, em abrigos de papelão com moradores em situação de rua e se preocupava com as condições de vida e exploração das prostitutas em Londres, bem como com a questão da pobreza e da fome mundial.

A princesa Diana aperta a mão de um paciente com HIV, no hospital de Middlesex, em 1987.

Talvez, uma das campanhas mais fervorosas que a princesa levou a cabo foi pela humanização no tratamento com pessoas portadoras de HIV, tendo ela mesma inaugurado a primeira ala no hospital de Middlesex, em Londres, para pacientes portadores do vírus. Sua foto apertando a mão de um dos internos foi publicada em jornais do mundo todo e seus discursos contribuíram para quebrar o estigma social que a doença causava nos anos 1980. Conforme ressalta seu biógrafo, Andrew Morton:

Seu envolvimento nos cuidados com as vítimas de Aids inicialmente foi alvo de hostilidade, traduzida de forma regular em cartas anônimas, mas era parte de seu desejo ajudar vítimas esquecidas pela sociedade. Seu trabalho com leprosos, viciados em drogas, desabrigados e crianças vítimas de abusos sexuais a mantinha em contato com problemas e questões que não tinham uma solução fácil. Como disse sua amiga Angela Serota: “Ela passou a se preocupar com a Aids porque constatou que nada se fazia para ajudar esse grupo de pessoas. É um erro pensar que ela só está interessada na Aids e na questão da Aids. Diana se preocupa com pessoas e doenças (2013, p. 207).

Sabendo que o mundo real era muito difícil para com pessoas marginalizadas pelo establishment, a princesa de Gales não desejava que seus filhos, William e Harry, crescessem alienados dos problemas sociais dentro da gaiola dourada do Palácio de Kensington ou do Palácio de Buckingham. Em muitas ocasiões, ela os levava consigo em visitas a hospitais, para que eles tivessem contato com o sofrimento alheio e usassem sua enorme posição privilegiada para fazer o possível para ajudar os demais.

Todavia, nem sempre suas ações nesse sentido foram compreendidas como um desejo genuíno de prestar auxílio ao próximo. Muitos na época julgavam que tais medidas não passavam de um golpe publicitário para que Diana pudesse promover sua própria imagem. Hoje em dia, talvez seja difícil pensar dessa forma, devido ao culto que se estabeleceu à memória da princesa do povo depois de sua morte. Porém, em seu tempo de vida, Diana manteve uma relação muito tensa com a mídia. É possível que, incialmente, ela não entendesse a razão de todo o furor da imprensa em torno de sua figura, algo que despertou ciúmes inclusive em seu marido. Mas, na medida em que ela ia ganhando mais confiança em si mesma, conseguia utilizar esse interesse a seu próprio favor. A suposta timidez de Diana diante das câmeras é outro dos mitos criados acerca dela, assim como o da cinderela moderna. Talvez isso tenha surgido devido à sua linguagem corporal quando em presença dos paparazzi. Conforme se lembra Ken Lennox, fotógrafo do Daily Mirror: “ela abaixava a cabeça e seu cabelo caia sobre o rosto e ela precisava olhar de vez em quando par ver onde estávamos… Mas quando as câmeras baixavam, ela conversava, ria, folheava a Private Eye, lia o que se falava dela…”.

Uma das partes mais controversas da história de Diana Spencer foi a sua relação com os holofotes. Ela tanto se alimentava da imprensa, quanto a imprensa se alimentava dela.

Uma das partes mais controversas da história de Diana Spencer foi a sua relação com os holofotes. Ela tanto se alimentava da imprensa, quanto a imprensa se alimentava dela.

Com efeito, nem sempre essa relação com a imprensa foi tranquila. Embora fosse amistosa com muitos fotógrafos, jornalistas e editores, Diana sofria um assédio da mídia que crescia na mesma proporção que sua celebridade. Quando os problemas conjugais do casal de Gales vieram à tona no início dos anos 1990, principalmente após a publicação de Diana: sua verdadeira história, biografia escrita por Andrew Morton, os tabloides não paravam de publicar matérias sensacionalistas sobre ela e o príncipe Charles. Logo, chegou ao conhecimento público os casos extraconjugais de ambas as partes e finalmente a separação do casal foi anunciada pelo Primeiro-Ministro em dezembro de 1992. A partir de então, uma verdadeira guerra começou entre os membros de cada equipe do Palácio. Havia aqueles que eram a favor do príncipe e aqueles que eram partidários da princesa, embora ela confiasse em muito poucos. Seus telefones eram grampeados, sua correspondência era interceptada e ela ainda tinha que lidar com as difamações diárias da mídia. Penny Junor, biógrafa do Charles, por exemplo, a chamava de “irracional, irresponsável e histérica”, enquanto outros a classificavam como louca. Isso contribuiu sobremaneira para que, em 1993, ela decidisse se retirar da vida pública.

Num discurso proferido em 3 de dezembro daquele ano, durante um almoço de caridade para levantar fundos para a Headway National Head Injuries Association, a princesa disse: “Quando comecei minha vida pública, há 12 anos, entendi que a mídia talvez se interessasse pelo que eu fazia. Percebi então que sua atenção, inevitavelmente, focaria tanto na vida privada quanto na pública. Mas eu não tinha consciência do quão avassaladora essa atenção se tornaria”. Como a própria enfatizou, isso afetou seus deveres públicos e sua vida pessoal de uma maneira insuportável. “Eu queria me dedicar cento e dez por cento ao meu trabalho e só podia dar cinquenta”, disse ela mais tarde. Entretanto, uma pessoa como Diana, depois de ter entrado no seio da família mais famosa do mundo, poderia se dar ao luxo de pertencer a si mesma? Simplesmente, não lhe deram o tempo de que ela tanto precisava. Fotógrafos continuavam a segui-la por onde quer que fosse. Eles atiravam em sua face palavras misóginas como “puta” e perguntavam se havia algum homem escondido dentro do porta-malas de seu carro. Tudo isso na expectativa de que ela demonstrasse alguma reação descontrolada. Afinal, uma foto como essa, vendida para o tabloide certo, podia fazer de um mero paparazzi um homem rico.

“Por que vocês não estupram outra pessoa?”, gritava Diana aos fotógrafos quando tentava fazer compras, ir a alguma livraria ou entrar numa loja de música. Infelizmente, situações como essa se repetem até os dias atuais com mulheres que estão em evidência. Um ano depois de Diana nascer, em 1962, o mundo perdia Marilyn Monroe, cuja vida fora estragada por casamentos malfadados, relacionamentos abusivos, assédio da Indústria do Cinema e da impressa. Depois de Diana, observamos o mesmo acontecendo com Witney Huston, Amy Winehouse e Britney Spears. Com exceção desta última, todas as outras mulheres mencionadas neste parágrafo morreram de forma trágica, em grande parte devido à espetacularização de suas vidas. Os anos passam, mas a sociedade de consumo continua praticando o mesmos erros, objetificando mulheres e colocando umas contra as outras. Isso apenas contribui para uma cultura machista, na qual apenas os homens se beneficiam financeiramente da exploração feita em torno da imagem de personalidades femininas. Diana foi vendida por jornais e revistas como uma princesa de contos de fadas, até que ela provou que o conto não passava de uma história da carochinha e que ela enfrentava sérios problemas psicológicos.

Nos anos 1980, a princesa Diana personificava o ideal dos contos de fadas.

É inegável que a sociedade divide as mulheres de acordo com um padrão de beleza imposto pela cultura de massa, que coloca o perfil das loiras, magras e de olhos azuis como alvo do desejo masculino. Diana sofreu muito para se encaixar nessa ditadura da aparência, desenvolvendo distúrbios alimentares e, não raro, se autoflagelando para extravasar a dor que sentia. Quando ela expôs isso pela primeira vez, foi julgada como desequilibrada por uma aristocracia conservadora e pela própria imprensa sensacionalista. Olhando esses dados em retrospectiva, fica muito difícil imaginar como a figura de Diana, quase santificada depois de sua trágica morte, era escrutinada dia após dia. Então, quando o mundo inteiro achava que ela finalmente estava chegando a uma fase mais tranquila de sua vida, comprometida com seu trabalho social, todos despertaram naquele dia 31 de agosto de 1997 com a chocante notícia de sua morte. Para muitos, o que aconteceu foi tão inaceitável, que simplesmente não conseguiram acreditar na possibilidade de que algo tão horrível pudesse acontecer a alguém como ela. Na busca incessante por encontrar um culpado, os dedos apontaram para vária direções: sejam os paparazzi que a perseguiram até o acidente, o motorista ébrio ou a própria família real.

Ainda hoje, as pessoas levantam a hipótese envolvendo um possível assassinato, embora a perícia já tenha comprovado em mais de uma ocasião de que se tratou de um acidente. Em tempos passados, outras princesas que, assim como Diana, se destacaram pelo seu trabalho humanitário, foram vítimas de desastres automobilísticos, como Astrid da Suécia em 1935 e a saudosa Grace de Mônaco em 1982. Não obstante, a falecida princesa de Gales ainda continua sendo alvo de julgamentos. “Ela não era preparada para o papel”, dizem alguns. Essa frase não poderia estar mais errada. Conforme ressalta seu mordomo Paul Burrell nas suas Memórias: “As manchetes na Grã-Bretanha confirmavam que a princesa era um ás na manga da diplomacia. Apesar de suas batalhas pessoais naquele momento, ela estava praticamente infalível como embaixadora itinerante, como pretendia ser”. Era inegável que sua estrela atraia a atenção de políticos, filantropos e Instituições. Embora mais tarde ela considerasse seus anos como princesa de Gales como um “período das trevas”, Diana desempenhou com perfeição cada compromisso estipulado pela Coroa, conquistando a simpatia do povo para a monarquia, numa época em que a ideia de manter uma família real parecia ser a coisa mais antiquada.

Conforme a própria princesa revelou no programa Panorama em 1995, a possibilidade de representar o Reino Unido em outros países estava inteiramente de acordo com seus planos: “Eu gostaria de ser uma embaixadora deste país. Como atraio muito interesse da mídia, não vamos simplesmente ficar sentados aqui, passivamente, e apanhar dela. Vamos levá-las, essas pessoas, para fora, para que representem nosso país e as boas qualidades dele no exterior”. Mais para frente, ela complementa: “Estive numa posição privilegiada por 15 anos. Adquiri um enorme conhecimento sobre as pessoas e sobre como me comunicar e quero usar isso”. Nas palavras de sua biógrafa, Tina Brown:

Como uma heroína de conto-de-fadas, ela virou princesa. No entanto, sua recusa instintiva em desempenhar de maneira convencional o papel designado, sua insistência em viver (em oposição ao chavão “viveram felizes para sempre”) e sua busca incessante e não planejada de felicidade, nos seus próprios termos, permitiram que ela se libertasse e, como cidadã do mundo, encontrasse seu lugar bem longe do passado dos Spencers, com seus sedutores, sensuais e inflexíveis administradores de peruca, ou do presente estagnado e incrustrado por tradições dos Windsors. O poder político da monarquia sofreu uma hemorragia por quase quatrocentos anos e desapareceu efetivamente há um século. Diana deparou-se por acaso com um novo tipo de poder real. Mostrou o que se podia fazer com o antigo conceito da abundância monárquica quando o drama da preocupação humanitária se une ao sistema nervoso eletrônico da mídia global (2007, p. 402).

Não obstante, a princesa de Gales sabia que tinha nas mãos um enorme poder: o da atenção mundial! Dessa forma, ela levou todo aquele time de fotógrafos e jornalistas para lugares habitados por pessoas em situação de carência, tanto no Reino Unido quanto fora dele. As campanhas sociais que ela abraçou renderam frutos, como a Lei que abolia as minas terrestres e a criação do Centro Ortopédico Princesa Diana, em Angola, para as vítimas dos explosivos. A história de Diana não se resume à vida de uma mulher que sofreu com as infidelidades do marido e com o ambiente claustrofóbico da monarquia, mas a de alguém que soube usar seu status para beneficiar pessoas em condição de vulnerabilidade.

O sentimento de inefabilidade e magia que Diana espalhou na sua curta passagem pelo mundo perdurará para sempre!

Ao fim desse texto, é preciso refletirmos também sobre a própria parcela de responsabilidade do público nos trágicos eventos transcorridos há 25 anos. Muitos de nós comprávamos aqueles periódicos sensacionalistas. Era uma época em que não existiam as redes sociais, como Facebook, Whatsapp ou Instagram. Sendo assim, os jornais e revistas se constituíam na melhor forma de se inteirar sobre o mundo das celebridades. A busca desenfreada por notícias acerca de Diana levou a uma perseguição feita por paparazzis em Paris, que resultou no terrível acidente que lhe tirou a vida. Contudo, as sementes que ela plantou germinaram, cresceram e hoje desabrocharam em belas flores. Com toda certeza, podemos dividir o reinado de Elizabeth II em antes e depois da princesa de Gales. Até a sua chegada na família real, os Windsor mantinham uma relação bastante fria para com o povo. Já a esposa do príncipe Charles era puro calor humano e carinho. Ela conseguia se conectar com as pessoas de uma forma que outros membros da realeza não sabiam e isso acabou moldando o comportamento das futuras gerações de príncipes e princesas da Casa Real. Diana pode não mais viver entre nós, mas o sentimento de inefabilidade e magia que ela espalhou na sua curta passagem pelo mundo perdurará para sempre!

Referências Bibliográficas:

BROWN, Tina. Dina: crônicas íntimas. Tradução de Iva Sofia e Maria Inês Duque Estrada. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.

BURRELL, Paul. Uma questão de honra: o mordomo de Lady Di conta toda a verdade. Tradução de Eliana Rocha. Rio de Janeiro: Ediouro, 2003.

DONNELLY, Peter. Diana: a princesa do povo. Tradução de Cecília Pastorello. São Paulo: Editora Manole, 1998.

MARR, Andrew. A real Elizabeth: uma visão inteligente e intimista de uma monarca em pleno século 21. Tradução de Elisa Duarte Teixeira. São Paulo: Editora Europa, 2012.

MEYER-STABLEY, Bertrand. Isabel II: a família real no palácio de Buckingham. Tradução de Pedro Bernardo e Ruy Oliveira. Lisboa, Portugal: Edições 70, 2002.

MORTON, Andrew: Diana: sua verdadeira história em suas próprias palavras. Tradução de A. B. Pinheiro de Lemos e Lourdes Sette. 2ª ed. Rio de Janeiro: Best Seller, 2013.

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