A morte da princesa Diana: os seis dias que abalaram a monarquia britânica!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Às 12h20 da madrugada de domingo, 31 de agosto de 1997, um automóvel Mercedes partia a 150 km por hora em direção a um túnel mal iluminado na Place de l’Alma, em Paris. A bordo dele, encontrava-se a mulher mais famosa do mundo, acompanhada do seu novo namorado, Dodi, filho do magnata egípcio Mohamed al Fayed. O veículo partia em alta velocidade, tentando despistar um time de paparazzi em motocicletas, que disparavam flashes do interior do carro sem parar. Afinal, fotos como aquela, se vendidas ao comprador certo, podiam custar até 500 mil libras! O motorista, Henri Paul, adentrou o túnel e acabou perdendo o controle do veículo, que se chocou com uma pilastra. Ele e Dodi morreram na mesma hora, enquanto a passageira ficou gravemente ferida. Apenas um ano antes, ela era tratada como Sua Alteza, a princesa de Gales. Agora, era conhecida apenas como lady Diana Spencer, ou lady Di, como seus admiradores carinhosamente a chamavam. Vítima deste terrível acidente, em vez de socorro imediato, Diana continuava a ser fotografada, até que um grupo de policiais conseguiu afastar os paparazzi da cena e escoltar aquela mulher de 36 anos para o hospital mais próximo, o La Pitié-Salpêtrière. Infelizmente, ela não resistiu. Às 4h11 da manhã (horário de Paris) o mundo era informado de que “Diana, a princesa de Gales, morreu”.

A notícia caiu como um choque nos ouvidos de todos os telespectadores. Naquele mesmo mês, jornais e revistas divulgavam fotos de Diana em férias, mergulhando no Mediterrâneo e sorrindo para as pessoas. Depois dos anos turbulentos de seu casamento com Charles, príncipe de Gales, ela finalmente podia respirar mais aliviada. Conseguiu um divórcio milionário em 1996 e decidiu usar sua fama para chamar a atenção da mídia para as causas sociais, como o perigo das minas terrestres em Angola e a fome na África. “Como atraio muito interesse da mídia, não vamos simplesmente ficar sentados aqui, passivamente, e apanhar dela. Vamos levá-las, essas pessoas, para fora, para que representem nosso país e as boas qualidades dele no exterior”, disse. “Estive em uma posição privilegiada por 15 anos. Adquiri um enorme conhecimento sobre as pessoas e como me comunicar e quero usar isso” (apud MORTON, 2013, p. 314). Uma vez que não era mais um membro da família real, Diana pretendia dedicar sua existência a projetos humanitários. Meses antes, um leilão de seu principesco guarda-roupas arrecadou fundos vultosos para várias instituições de caridade no tratamento e combate à Aids. Mas, no momento em que tudo parecia estar dando certo para ela, sua vida foi abruptamente ceifada naquele trágico acidente.

Conjunto de fotografias feitas antes e depois do acidente que tirou a vida da princesa Diana, em Paris, na madrugada do dia 31 de agosto de 1997.

A reação à morte da mãe do futuro rei da Inglaterra consistiu em uma das maiores crises enfrentadas pela instituição monárquica nas últimas sete décadas. Ao longo dos anos, o carisma da princesa de Gales havia ofuscado até mesmo os membros mais proeminentes da dinastia de Windsor, incluindo a própria rainha Elizabeth. Diana sabia como usar a mídia a seu favor e vendeu ao mundo os detalhes mais íntimos de seu casamento com Charles, que no ano de 1981 foi comparado a um conto de fadas. As pessoas compravam desenfreadamente qualquer livro, revista ou jornal que revelasse a intimidade do casal, o que acabou transformando as vidas de ambos, assim como daqueles que gravitavam ao seu redor, em um verdadeiro inferno. A notícia do falecimento da princesa causou consternação mundial. Conforme ressalta Andrew Marr, biógrafo de Elizabeth II:

Sua morte, em 31 de agosto de 1997, foi um baque tão grande para os britânicos que muitos ficaram ligeiramente dementes. Era o fim de uma vida tão brilhante e intensa; aconteceu de uma forma tão medonha; e foi tão de repente que causou raiva, além de choque. Compreensivelmente, um dos alvos da raiva foi a mídia, que tinha explorado os problemas de Diana infinitamente. Logo após sua morte, alguns fotógrafos levaram cusparadas e seus editores foram ofendidos. Mas culpar os jornais estava a um pequeno passo de culpar as pessoas que os compravam justamente para ler esse tipo de matéria – e isso correspondia a milhões dessas mesmas pessoas que estavam tão revoltadas (MARR, 2012, p. 340).

Na opinião da cantora Madonna: “Por mais que eu queira culpar a imprensa, nós todos temos sangue nas mãos. Todos, até eu, compramos aquelas revistas e as lemos” (apud MORTON, 2013, p. 340). Nem mesmo a família real escapou ilesa da raiva popular, especialmente a rainha, que havia privado Diana do título de princesa de Gales quando os termos do divórcio foram finalmente acordados, um ano antes.

Enquanto isso, as pessoas nas ruas enlouqueciam, acendendo velas e transformando as fachadas do palácio de Kensington, do palácio de Buckingham e da abadia de Westminster em um mar de rosas, ursos de pelúcia, balões em formato de coração e cartões com frases do tipo: “nasceu princesa, morreu santa”. “A manifestação de luto estava virando um movimento de massa em prol da mudança. Era um momento supremo de articulação nacional e era ameaçador para a família real” (apud MARR, 2012, p. 341), escreveu mais tarde o Primeiro Ministro da época, Tony Blair. A rainha Elizabeth II estava com a sua família na propriedade escocesa de Balmoral, onde costumavam passar uma temporada no verão. Na madrugada do dia 31, eles foram acordados pelos seus assessores, com a informação de que Diana estava gravemente ferida. Àquela altura, o quadro clínico da princesa era desanimador: ela havia sofrido ferimentos graves na cabeça e no peito. A equipe médica fez tudo o que estava ao seu alcance, mas em vão. Às 3h00 da manhã de domingo (4h00 em Paris), os Windsor foram informados de que a mãe dos príncipes William e Harry tinha falecido. Imediatamente, um casulo protetor foi colocado em volta dos herdeiros. Qualquer coisa que pudessem magoá-los – como noticiários de televisão, de rádio, jornais e revistas – deveria ser mantida fora de seu alcance.

Uma visão do mar de flores deixadas nos portões do palácio de Kensington, em memória da princesa Diana.

Destarte, os relatórios policiais descreveram uma cena de desordem no túnel da Place de l’Alma, com “flashes de máquinas fotográficas disparando como tiros de metralhadora”. Em vez de ajudarem a princesa, que estava gravemente ferida, os fotógrafos (exceto Romuald Rat, treinado em primeiros socorros), preferiram fazer registros de sua tragédia para a venderem aos jornais. Sete deles foram presos e investigados formalmente por omissão de socorro à vítima de um acidente e por tentativa de homicídio. Falando da África do Sul, onde passava as férias com a família, o irmão de Diana, Charles, 9° conde de Spencer, fez a seguinte declaração para a TV:

Sempre acreditei que a imprensa acabaria por matá-la. Mas nem mesmo eu poderia imaginar que eles teriam uma participação direta na morte dela como parece ter sido o caso. Parece que todo proprietário e editor de todas as publicações que pagaram para obter fotografias intrusivas e exploradoras dela, que encorajaram indivíduos ávidos e cruéis e arriscaram tudo para perseguir a imagem de Diana, têm também sangue nas mãos. […] Finalmente, o único consolo é que Diana está agora em um lugar em que nenhum ser humano pode toca-la novamente. Rezo para que ela esteja em paz (apud MORTON, 2013, p. 337).

O Primeiro Ministro, Tony Blair, complementou as palavras do conde ao proferir um discurso de seu reduto eleitoral em Sedgefield, dizendo que “com apenas um olhar ou um gesto, que falavam muito mais do que palavras, ela revelava a todos nós a profundidade da sua compaixão e do seu humanismo”. Ele então concluiu sua fala dando a Diana o título pelo qual ela ficaria eternamente conhecida: “Ela era a princesa do povo e é assim que continuará para sempre em nossos corações e em nossa memória” (apud BROWN, 2007, p. 393).

Da África do Sul aos Estados Unidos, líderes mundiais como Nelson Mandela e Bill Clinton manifestavam o pesar pelo falecimento da princesa de Gales. Enquanto isso, na Inglaterra, a rainha e a família real se ausentavam, deixando os súditos ingleses em polvorosa. Um serviço religioso teve lugar na Igreja de Crathie, em Balmoral, em memória de Diana. Incrédulo, o príncipe Harry, de apenas 13 anos, teria perguntado ao pai: “É verdade que mamãe morreu?”. Apenas alguns dias antes, ela havia telefonado para os filhos e de repente a notícia de sua morte lhes chegava de forma totalmente inesperada. O príncipe de Gales pegou um avião para Paris, onde se encontrou com as irmãs de sua ex-mulher, Sarah e Jane, para escoltar o caixão do Pitié-Salpêtrière até Londres. Ali, Charles viu o corpo da mãe de seus filhos pela última vez e declarou que aquela tinha sido “a pior visão que tive de testemunhar”. O príncipe providenciou para que a bandeira real fosse colocada por cima do caixão de Diana, quando o ataúde deixou o hospital em direção à Inglaterra. Ao chegar, uma multidão de pessoas esperava pelo cortejo, que seguiu para um necrotério particular e depois para o palácio de St. James. Durante toda aquela semana, o país exalava ao cheiro incandescente das velas aromáticas e das flores que eram depositadas nos locais onde a princesa viveu.

Sendo assim, qualquer plano para um funeral íntimo logo foi descartado, em face das manifestações públicas de solidariedade à falecida. Uma olhada rápida pelas mensagens deixadas juntamente aos buquês nos portões do palácio de Kensington não deixava dúvidas quanto ao ressentimento popular para com a rainha e os Windsor: “A família real nunca respeitou você, mas o povo respeitava”, dizia um cartão. Foi a maior crise enfrentada pela instituição desde a abdicação do rei Eduardo VIII, em 1936. O público se indignou quando a bandeira no palácio de Buckingham não foi hasteada a meio mastro, bem como pela aparente indiferença que a soberana parecia demonstrar no momento em que seus súditos mais precisavam de sua atenção. No afã de chorar pela morte de Diana, os ingleses se esqueceram que ali também estava uma avó, que precisava dar carinho e conforto aos netos que ficavam órfãos. Para se livrar da responsabilidade pela morte da princesa, tabloides como o The Sun foram rápidos em dirigir a raiva das pessoas para a instituição da qual Diana fizera parte por 15 anos. “Onde está a rainha quando precisamos dela? Ela está a novecentos quilômetros de Londres, o ponto focal da dor nacional”, publicou o jornal que semanas antes estava cobrindo a viagem de Diana e Dodi, com matérias sensacionalistas.

A rainha Elizabeth II e o príncipe Philip passeado junto às flores deixadas em frente aos portões do palácio de Buckingham.

Com efeito, quando a informação de que a rainha finalmente estava retornando para Londres foi anunciada na quinta-feira, os ingleses reagiram com algum alívio. “Nossa mãe está voltando pra casa”, disse um senhor de idade. Assim que o carro transportando a soberana e o duque de Edimburgo foi avistado pelas pessoas, uma salva de palmas foi entoada. Naqueles dias, uma pesquisa feita com as pessoas nas ruas apontou que 1 entre cada 4 ingleses desejava o fim da monarquia. Comentando sobre essa situação, Tony Blair recordou: “Eu não sei o que teria acontecido se eles tivessem apenas continuado a ser como antes. Possivelmente nada, mas no olho do furacão, imprevisível e enervante como era, eu não podia ter essa certeza” (apud MARR, 2012, p. 341-2). Após a sua chegada, Elizabeth e Philip passearam pela infinidade de rosas deixadas nos portões do palácio de Buckingham, contendo mensagens hostis tanto a eles quanto ao restante da família real. O ponto de virada foi quando uma garotinha estendeu um ramo de flores para a monarca, que caminhava em frente ao palácio de Kensington. Elizabeth se aproximou da menina e perguntou: “São para Diana?”. A criança, entretanto, respondeu: “Não, Ma’am, são para a senhora”. Um sinal de que, por mais que estivessem ressentidos para com a sua rainha, eles ainda a adoravam. Na sexta-feira, dia 5 de setembro, véspera do funeral, a soberana fez um discurso transmitido pela BBC a todos os seus súditos:

Desde as terríveis notícias do último domingo, vimos, em toda a Grã-Bretanha e em todo o mundo, uma expressão avassaladora de tristeza pela morte de Diana. Todos nós tentamos lidar, de maneiras diferentes, para com a situação. Não é fácil expressar um sentimento de perda, já que o choque inicial é muitas vezes seguido por uma mistura de outros sentimentos: descrença, incompreensão, raiva – e preocupação com aqueles que permanecem. Todos nós sentimos essas emoções nestes últimos dias. Então, o que eu digo a vocês agora, como sua rainha e como uma avó, digo de coração: em primeiro lugar, quero homenagear a própria Diana. Ela foi um ser humano excepcional e talentoso. Nos bons e nos maus momentos, ela nunca perdeu a capacidade de sorrir e rir, nem de inspirar os outros com seu calor e gentileza. Eu a admirava e respeitava – por sua energia e compromisso com os outros, e especialmente por sua devoção aos dois filhos. Esta semana em Balmoral, todos nós tentamos ajudar William e Harry a aceitar a perda devastadora que eles e o resto de nós sofremos. Ninguém que conheceu Diana jamais a esquecerá. Milhões de outras pessoas que nunca a conheceram, mas sentiram que a conheciam, se lembrarão dela. Eu, pelo menos, acredito que há lições a serem tiradas de sua vida e da reação extraordinária e comovente à sua morte. Eu compartilho de sua determinação em valorizar a memória dela. Esta também é uma oportunidade para mim, em nome da minha família, e especialmente do príncipe Charles e William e Harry, de agradecer a todos vocês que trouxeram flores, enviaram mensagens e prestaram seus respeitos de tantas maneiras a uma pessoa notável. Esses atos de bondade são uma grande fonte de ajuda e conforto. Nossos pensamentos estão também com a família de Diana e com as famílias daqueles que morreram com ela. Sei que eles também se fortaleceram com o que aconteceu desde o fim de semana passado, enquanto buscavam curar sua dor e enfrentar o futuro sem um ente querido. Espero que amanhã possamos todos, onde quer que estejamos, expressar nossa tristeza pela perda de Diana e gratidão por sua vida tão curta. É uma chance de mostrar ao mundo inteiro a nação britânica unida em dor e respeito. Que os que morreram descansem em paz e que nós, cada um de nós, agradeçamos a Deus por aquela que fez tantas, tantas pessoas felizes.

Na história de seu longo reinado, aquela era segunda ocasião em que a rainha Elizabeth II fazia um discurso ao vivo para a TV, em caráter excepcional. Pela primeira vez desde a construção do palácio de Buckingham, em 1703, a bandeira da União era hasteada a meio mastro. A soberana também assinou em um dos quase 50 livros de condolências, deixados em frente aos portões do palácio de St, James, onde jazia o caixão de Diana. Depois de ser levado para Kensington, antiga residência da princesa, o cortejo com o corpo seguiu o trajeto até a abadia de Westminster para o funeral no sábado, dia 06 de setembro. Quando o comboio passou pelos portões de Buckingham, Elizabeth, em um gesto mais inusitado ainda, curvou a cabeça para o caixão da mulher, cuja morte havia causado a maior crise na instituição que a rainha capitaneava há quase 50 anos.

Cenas do funeral da princesa de Gales.

Durante o culto celebrado na abadia de Westminster, vários membros da nobreza, políticos, celebridades e amigos se juntaram à família de Diana para prestar suas últimas homenagens. Elton John fez uma belíssima apresentação de “Candle in the Wind”, mas foi o discurso do conde de Spencer, irmão da falecida, que melhor corporificou os sentimentos das milhões de pessoas que assistiam ao funeral pela televisão:

Diana era a própria essência da compaixão, do dever, do estilo, da beleza. Em todo o mundo, ela era um símbolo de humanidade altruísta. [Um] porta-estandarte dos direitos dos verdadeiramente oprimidos, uma garota muito britânica que transcendia a nacionalidade. Alguém com uma nobreza natural que não enxergava classes e que provou no ano passado que não precisava de nenhum título real para continuar a gerar seu tipo particular de magia. Hoje é nossa chance de agradecer pela maneira como você iluminou nossas existências, embora Deus tenha lhe concedido apenas meia vida. Todos sempre nos sentiremos enganados por você ter sido tirada de nós tão jovem e, no entanto, devemos aprender a ser gratos pela sua passagem. Só agora que você se foi, é que realmente apreciamos o que perdemos e queremos que saiba que a vida sem você é muito, muito difícil. Todos nós nos desesperamos com nossa perda na última semana e somente a força da mensagem que você nos deixou durante seus anos de doação nos deu forças para seguir em frente. […] Acho que ela nunca entendeu completamente por que suas boas intenções foram desprezadas pela mídia, por que parecia haver uma busca permanente ao seu nome para derrubá-la. É desconcertante. Minha própria e única explicação é que a bondade genuína é uma ameaça para aqueles no extremo oposto do espectro moral. É importante lembrar que, de todas as ironias sobre Diana, talvez a maior seja esta: uma garota que recebeu o nome da antiga deusa da caça foi, no final das contas, a pessoa mais caçada da era moderna. […] Gostaria de terminar agradecendo a Deus pelas pequenas misericórdias que ele nos mostrou neste momento terrível. Por levar Diana em sua forma mais bela e radiante, quando ela tinha alegria em sua vida privada. Acima de tudo, agradecemos a vida de uma mulher que me orgulho muito em poder chamar de minha irmã, a única, a complexa, a extraordinária e insubstituível Diana, cuja beleza interna e externa jamais se apagará de nossas mentes.

Assim que terminou seu discurso, marcado por ataques dissimulados à família real, que tirou de sua irmã o título de princesa de Gales (“não precisava de nenhum título real para continuar a gerar seu tipo particular de magia”), e pela brilhante comparação entre a Diana contemporânea e a divindade que lhe deu o nome, uma chuva de aplausos vinda do lado de fora ecoou pelo interior das paredes medievais da abadia e ganhou coro entre os convidados que acabavam de ouvir aquelas palavras. O discurso do conde de Spencer acabou sendo o perfeito epitáfio para a vida atribulada que Diana havia levado nos últimos quinze anos e foi entusiasticamente aclamado pelas pessoas que estavam assistindo ao funeral pela televisão. A cena seguinte, com os jovens William e Harry caminhando atrás do caixão da mãe, foi realmente de cortar o coração de qualquer pessoa! O corpo foi levado para uma ilha na propriedade de Althorp, lar ancestral dos Spencer, onde foi então sepultado. Por fim, a passagem de Diana pela monarquia britânica completamente a forma como a realeza interagia com seus súditos. Mais de duas décadas já se passaram desde a sua morte, mas o interesse do público pela sua figura parece estar longe de se esgotar. Como bem disse o seu principal biógrafo, Andrew Morton: “Ela escreveu poesia em nossas almas. E nos deixou maravilhados”.

Referências Bibliográficas:

BROWN, Tina. Diana: crônicas íntimas. Tradução de Iva Sofia Gonçalves e Maria Inês Duque Estrada. Rio de Janeiro: Ediouro, 2007.

MARR, Andrew. A real Elizabeth: uma visão inteligente e intimista de uma monarca em pleno século 21. Tradução de Elisa Duarte Teixeira. São Paulo: Editora Europa, 2012.

MEYER-STABLEY, Bertrand. Isabel II: a família real no palácio de Buckingham. Tradução de Pedro Bernardo e Ruy Oliveira. Lisboa, Portugal: Edições 70, 2002.

MORTON, Andrew: Diana – sua verdadeira história em suas próprias palavras. Tradução de A. B. Pinheiros de Lemos e Lourdes Sette. 2ª ed. Rio de Janeiro: Best Seller, 2013.

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