Irmãs e rainhas: as filhas de Isabel I de Castela – Parte II: Joana de Trastâmara, a rainha louca?

Por: Renato Drummond Tapioca Neto Das filhas de Isabel, a Católica, certamente a mais controversa foi Joana, que sucedeu sua mãe no trono de Castela e passou para a posteridade como uma mulher desequilibrada emocionalmente, ou mesmo louca, como ficaria mais conhecida (Juana La Loca). A historiografia costuma ser bastante cruel para com a figura…

A imperatriz e a marquesa: como era a relação entre Dona Leopoldina e Domitila de Castro?

Por: Renato Drummond Tapioca Neto Prática comum entre as casas reinantes da Europa desde que a primeira monarquia cristã foi fundada na França, os casamentos dinásticos eram nada mais do que uma aliança política entre dois países, cimentada pelo matrimônio de uma príncipe com uma princesa estrangeira. Os jovens herdeiros eram educados desde cedo para…

Maria Leopoldina da Áustria: a primeira mulher a governar o Brasil Independente

Por: Renato Drummond Tapioca Neto Leopoldina de Habsburgo-Lorena é uma das personagens mais ilustres da história brasileira, principalmente pelo papel que desempenhou na emancipação política do país. Mais do que uma soberana consorte reinando em um país distante da Europa, ela promoveu um verdadeiro intercâmbio cultural envolvendo o continente europeu e o Brasil, sendo por…

Irmãs e rainhas: as filhas de Isabel I de Castela – Parte I: Isabel de Aragão, rainha de Portugal

Por: Renato Drummond Tapioca Neto A união entre Isabel I de Castela e Fernando II de Aragão não foi importante apenas para a unificação da monarquia espanhola, como também para outras casas reinantes da Europa. Através de suas quatro filhas: Isabel, Joana, Maria e Catarina, os reis católicos estabeleceram importantes alianças políticas com outros estados…

O Rio de Janeiro imperial e a construção dos espaços femininos na prosa urbana de José de Alencar

Por: Renato Drummond Tapioca Neto Um dos maiores nomes da literatura brasileira, José de Alencar registrou suas impressões sobre as transformações pelas quais a cidade do Rio de Janeiro passava, especialmente nas décadas de 1850 e 1860. A literatura foi um veículo privilegiado pelo autor para registrar essas mudanças, assim como os meios de sociabilidade…

Casamento, um contrato social: práticas matrimoniais no Brasil oitocentista

Por: Renato Drummond Tapioca Neto Entre as práticas sobreviventes do Brasil colonial que passavam por uma fase de declínio na segunda metade do Oitocentos, embora ainda presente dentro de algumas famílias com certo poder aquisitivo, estavam os casamentos arranjados, concebidos pela sociedade argentária como uma forma lícita para se contrair propriedade e riqueza. Segundo a…