Dona Leopoldina e José Bonifácio: a amizade que possibilitou a independência de Brasil!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

No final de 1821, a pressão das Cortes portuguesas para que o príncipe regente, D. Pedro, juntamente com sua esposa e filhos retornassem para a Europa, era muito grande. Sentindo que a partida do herdeiro do trono dos Bragança poderia desencadear tumultos na antiga colônia, alguns conselheiros, políticos e amigos insistiram na sua permanência. Até mesmo a princesa, Dona Leopoldina, usou de sua gravidez como desculpa para adiar a viagem e assim ganhar mais tempo para convencer Pedro em favor da causa brasileira. De São Paulo, José Bonifácio de Andrada e Silva escreveu uma carta ao príncipe, dizendo-lhe que: “vossa alteza real deve ficar no Brasil, quaisquer que sejam os protestos das Cortes Constituintes, não só para o nosso bem-estar, mas até para a independência e prosperidade futura do mesmo Portugal”. Caso contrário, ele teria “sempre que responder, perante o céu, do rio de sangue que decerto vai ocorrer pelo Brasil com a sua ausência” (apud NORTON, 2008, p. 174). Em janeiro do ano seguinte, o paulista, acompanhado de Francisco de França Miranda, chegou ao Paço de São Cristóvão, onde foi recebido pelo casal de príncipes. “Uma verdadeira heroína falou a palavra mágica, FICO, libertadora do nosso povo” (apud PRANTNER, 1997, p. 64), teria afirmado Bonifácio sobre a mulher responsável pela permanência da família no Brasil.

José Bonifácio, por Benedito Calixto (1902).

Embora não se possa ter certeza de que foi Dona Leopoldina a primeira a pronunciar a palavra FICO diante da indecisão do príncipe, sabemos pela sua correspondência que ela interferiu positivamente para que ele tomasse essa resolução. Em uma carta escrita por ela a George Anton von Schäfeer, datada de um dia antes de o regente formalizar a sua posição em 9 de janeiro, ela dizia que “Muito me tem custado alcançar isto tudo – só desejaria insuflar uma decisão mais firme” (apud KANN, 2006, p, 389). A partir de então, uma cumplicidade de interesses surgiu entre a princesa de 25 anos e o vivenciado paulista de quase 59. Na juventude, José Bonifácio havia recebido uma educação formal em Coimbra, onde obteve o diploma de Direito e Ciências Naturais. Em 1789, no ano em que uma grande Revolução de caráter liberal explodiu na França contra o Antigo Regime, Bonifácio foi acusado pela Inquisição por negar a existência de Deus. Mas, graças à ação de sua família, bem como de alguns amigos influentes, ele conseguiu escapar ao tribunal do Santo Ofício e seguir viagem pelo norte da Europa, a fim de aprofundar os seus conhecimentos. Esteve em Paris durante a fase inicial da Revolução Francesa, entre 1790 e 1791, onde frequentou os cursos de Química e Geologia e, em 1792, foi para a Universidade de Freiburg e se especializou em Mineralogia e Metalurgia.

Em 1819, quando retornou ao Brasil, José Bonifácio tinha a reputação de ser uma das personalidades mais esclarecidas do Reino Unido. Havia participado de pesquisas importantes na área das ciências naturais e lecionado como professor titular de metalurgia na Universidade de Coimbra. É evidente que um homem com tamanho currículo despertasse o interesse da estudiosa princesa, que desde a infância fora submetida a um rigoroso sistema de educação, que incluía não apenas as disciplinas básicas curriculares, como também Física, Astronomia, Botânica e Mineralogia. Em outras palavras, os dois compartilhavam muitos interesses, não apenas políticos, como também científicos. Mesmo sem o conhecer pessoalmente, Leopoldina esperava com ansiedade sua chegada ao Rio de Janeiro, pois D. Pedro pretendia lhe oferecer as pastas do Interior, da Justiça e dos Estrangeiros. A princípio, Bonifácio as recusou. Mas, antes que sua comitiva chegasse à Santa Cruz naquele mês, a princesa fez questão de o encontrar no meio do caminho, para lhes dar as boas-vindas e o convencer a assumir os ministérios, que para ela seria “como um bem geral” (apud OBERACKER, 1973, p. 243) conforme afirmou o general Arouche de Toledo Ramos em carta ao irmão de Bonifácio, Martim Francisco (mais tarde, este outro Andrada seria nomeado ministro da Fazenda).

Durante esse primeiro encontro entre a futura imperatriz do Brasil e aquele que ficou conhecido como o “Patriarca da Independência”, os dois mantiveram uma conversa em outro idioma, para evitar que o assunto caísse no entendimento dos demais membros da comitiva paulista. Leopoldina lhe disse que lhe agradaria muito que Bonifácio fosse conhecer aos seus dois filhos, Dona Maria da Glória e D. João Carlos, mencionando também que esperava um terceiro ao apontar para o próprio ventre. De acordo com as anotações de Vasconcelos de Drummond, que teve como fonte o próprio Andrada, Dona Leopoldina foi quem primeiro lhe teria dito em alemão sobre a sua nomeação para os ministérios: “A princesa entrou em larga conversação sobre os negócios políticos com José Bonifácio e o persuadiu a aceitar o cargo de ministro que ele recusava” (MELLO MORAES, apud OBERACKER, 1973, p. 243). Diante das súplicas da esposa do príncipe, o paulista acabou aceitando a oferta do regente. Na opinião do principal biógrafo da imperatriz Leopoldina, Carlos H. Oberacker Jr.:

Desde o primeiro encontro estabeleceu-se entre ambos profunda simpatia, um desses nobres laços de amizade que tantas vezes ligam grandes príncipes aos homens superiores. A princesa não ficara somente encantada por poder falar na língua materna ao sábio de reputação europeia, mas também por ter encontrado um brasileiro cujos vastos conhecimentos no campo das ciências podia admirar e cujos pensamentos políticos se aproximavam dos seus (OBERACKER, 1973, p. 243).

Ainda de acordo com o testemunho de Drummond, ele teria ouvido dos lábios da própria Leopoldina sobre a sua admiração por José Bonifácio: “A vivacidade de sua fisionomia, o seu aspecto animador e as circunstâncias do tempo tudo devia contribuir para que a virtuosa princesa”, cujo papel na independência fora atestado pelo próprio político, “o recebesse com aquela alegria de quem recebe um salvador da república” (apud OBERACKER, 1973, p. 243). Dirigindo-se a um afilhado, Leopoldina disse que estava gostando cada dia mais de Bonifácio, vendo-o como “um homem capacíssimo e verdadeiro” (apud OBERACKER, 1973, p. 244).

A Imperatriz D. Leopoldina, por Luis Schlappriz.

Em 4 fevereiro daquele ano, em decorrência de uma fuga às pressas para Santa Cruz devido à insurgência das tropas do general Avilez, o pequeno D. João Carlos, de constituição frágil, não resistiu e faleceu. Apesar da dor da perda transtornar o casal de príncipes, a política clamava por sua atenção. Após a entrada de José Bonifácio no governo, o poder da facção dos Andrada aumentou de forma exponencial, causando assim o despeito de outros grupos políticos, que o acusavam de monopolizar ao príncipe e à princesa. A província de Minas Gerais, por seu turno, se mostrava desconfiada. Como ainda era um dos principais bastiões da economia do reino, D. Pedro resolveu fazer uma viagem até lá, com o objetivo de apaziguar os ânimos. Ficou Bonifácio dessa vez encarregado do governo no Rio de Janeiro, enquanto o príncipe estava fora. Sua ausência deu oportunidade para que grupos políticos dissidentes, formado por negociantes, caixeiros, alguns desembargadores e oficiais como o almirante Rodrigo Pinto Guedes (chefe da camarilha), organizassem um golpe que pretendia reduzir a autoridade de D. Pedro à de simples presidente de uma Junta Provincial do Rio de Janeiro. José Clemente Pereira, juiz de fora da província e um partidário da Independência, foi quem advertiu Bonifácio do que estava sendo tramado.

Com efeito, outra ajuda veio da própria princesa Leopoldina, que também estava ao corrente da situação e se mostrava disposta a prestar todo o auxílio possível ao ministro. Ela era a única pessoa na corte em quem José Bonifácio confiava inteiramente. A correspondência trocada entre ambos se constitui na prova mais precisa de sua mútua colaboração. Ciente de que um grupo denominado de “patriotas europeus” pretendiam tira-lo do governo, Leopoldina lhe enviou o embaixador austríaco, barão de Mareschal, para informa-lo de que o “clube” se reunia secretamente na fábrica de pólvora. Desconfiando de que podia estar sendo espionada, a princesa o advertia a ter mais cautela:

Não se fie no meu veador, D. Francisco Misutella, ele é do partido oposto, e deu, anteontem no meu quarto, os seus sentimentos a conhecer, de modo que lhe aconselhei a calar-se e unir todos os esforços e desejos pelo bem do Brasil, que é o verdadeiro interesse dos homens amantes da pátria e da boa ordem (apud DEL PRIORE, 2019, p. 185).

Quando alguns membros da antiga corte pressentiram que Leopoldina demonstrava cada vez mais saudade da Europa, conforme a própria reiterava nas suas cartas à irmã Maria Luísa (o que confirma as suspeitas da princesa de que sua correspondência para a família podia estar sendo lida por terceiros), os portugueses remanescentes no Brasil tentaram coopta-la para o seu lado. Sobre isso, ela enviou outra carta a José Bonifácio através de um portador negro, “me fiando mais nele do que em certos brancos”, fazendo-o saber que estavam tentando engana-la com cartas falsificadas, contendo a assinatura de D. João VI, nas quais o velho rei exortava o filho e a nora a retornarem para Portugal:

Resolvi-me de escrever esta carta para meu amado esposo dando-lhe parte que teve cartas de Lisboa que fazem toda a diligência para ver se semeiam a discórdia entre nós ambos, mas eles se enganam, sou alemã (que quer dizer constante e teimosa) e só tendo a infelicidade de perder o juízo, é que mudarei o sistema que eu adotei; e com o qual eu sempre me tenho dado ultimamente… (apud KANN, 2006, p. 406).

D. Pedro I, por Simplício Rodrigues de Sá.

Há muito que Leopoldina já havia aceitado sacrificar a sua felicidade pessoal em detrimento da pátria, conforme atesta em outra carta ao ministro: “espero reparar a minha impaciência que eu sentia dobrada, sendo pronta a deixar a minha vida para o bem público e da nação brasileira a que eu me estimo felicíssima de pertencer” (apud OBERACKER, 1973, p. 254). Assim, a princesa se mostrava cada vez mais identificada com a causa brasileira e com os interesses de José Bonifácio, que em determinado momento percebeu que romper os laços de vassalagem com a antiga metrópole, tendo D. Pedro como monarca, era a melhor forma de garantir a unidade territorial do país. A correspondência entre Leopoldina e o ministro durante a viagem de D. Pedro para Minas, por sua vez, reflete o estado angustiante de seu espírito em face das traições que eram maquinadas por quase todos os lados. Mais tarde, Bonifácio agradeceu à princesa pelos “sinais de bondade e confiança com que me honra e mormente o interesse que toma pela felicidade e sossego do meu reino do Brasil. Eu saberei fazer bom uso das notícias importantes que V.A.R. se digne a comunicar-me” (apud OBERACKER, 1973, p. 256). Em 24 de abril, D. Pedro retornou de sua viagem, ao que se seguiram três dias de festa em comemoração ao aparente sucesso de sua empreitada na província de Minas.

Contudo, em agosto de 1822, o príncipe precisou viajar para São Paulo, com o propósito de apaziguar os ânimos locais, alterados por causa da oposição entre a facção dos Andrada e a do presidente Oeynhausen. Dessa vez, ficou Dona Leopoldina como regente na ausência do marido, tendo ela autorização para deliberar com os ministros e despachar documentos, cabendo apenas ao príncipe a ratificação de tais decisões. Foi nesse contexto que a parceria entre a princesa e José Bonifácio pela causa da Independência ganhou novo impulso. Antes da partida de Pedro, sua esposa havia conversado com ele acerca da possibilidade de romper ligações com Portugal, embora o príncipe ainda titubeasse quanto à tomada dessa atitude. As cartas trocadas entre Leopoldina e o ministro no mês de agosto evidenciam a sua cumplicidade de ideias quanto ao futuro do Brasil. Ela, por exemplo, desconfiava do governador da província de Santa Catarina, por ser muito “pé-de-chumbo” e pouco capaz de exercer o cargo, uma vez que “sua conduta em Pernambuco tem sido péssima, e aqui foi muito falador a favor das Cortes de Lisboa” (apud KANN, 2006, p. 405). No dia 24 de agosto, aniversário da Revolução Portuguesa, a princesa regente não fez a mínima questão de providenciar os festejos comemorativos, como nos anos anteriores, deixando assim a data passar em branco.

Com efeito, 4 dias depois, aportou na Guanabara o navio Três Corações, trazendo “notícias desagradáveis” de Lisboa, conforme atestou a princesa em carta ao marido expedida no mesmo dia. Para José Bonifácio, Dona Leopoldina confidenciou:

Tive agora notícia bem desagradável, para meu modo de pensar, e ver, que a tropa de 600 homens de Lisboa entrou na Bahia, e que não se sabe nada da nossa esquadra; se é por falta deles, um bem rigoroso castigo merecem. Falei ontem com o Veríssimo, dei-lhe um vomitório, e o que pude tirar dele foi que saiu de Lisboa faz 3 meses, tocou somente nos Estados unidos em negócios das facciosas cortes, e por ordem delas fica cá, mais não quis me dizer – mas que se segue, se pode julgar, coisa boa não é. Receba a certeza da minha inalterável amizade e estima, desta sua ama, Princesa (apud KANN, 2006, p. 411).

No post scriptum, ela complementava: “Augusto Brandt dizem ser espia de Lisboa, disse na casa de Mallet e em outros que muito estimava que chegassem as naus de Lisboa para ensinar-lhe donde haviam de atacar e arruinar o Brasil” (apud KANN, 2006, p. 411). Para o marido, ela enviou uma carta mais tarde, no mesmo dia, informando-o de que “14 batalhões vão embarcar nas suas naus […] lisboenses têm-se permitido toda qualidade de expressões indignas contra sua pessoa […] e nossa traidora esquadra ficou de boca aberta olhando para eles” (apud KANN, 2006, p. 411).

A chegada dessas notícias aterradoras causaram um verdadeiro alvoroço no Rio de Janeiro. As Cortes exigiam o retorno do príncipe e de sua família para Portugal, insultavam-no e apregoavam que juntas administrativas seriam instaladas em toda as províncias; que o reino do Brasil seria dissolvido e um novo governo seria nomeado por Lisboa. Diante desse cenário, Dona Leopoldina e José Bonifácio reuniram o Conselho de Estado, para deliberar sobre aquelas questões. No sessão do dia 2 de setembro, o ministro fez uma árdua defesa da separação do Brasil de sua antiga metrópole e propôs que se enviasse uma carta para D. Pedro, exortando-o a tomar de uma vez essa decisão. Tanto a princesa quanto Bonifácio escreveram para o príncipe, dando-lhe a conhecer todas as injúrias feitas à sua pessoa pelas Cortes. Na sua missiva, o ministro dizia: “Senhor, ninguém mais do que sua esposa deseja a sua felicidade, e ela lhe diz em carta que com esta será entregue que Vossa Alteza deve ficar e fazer a felicidade do povo brasileiro, que o deseja como seu soberano, sem ligações e obediências às despóticas cortes portuguesas” (apud OBERACKER, 1973, p. 280). De sua parte, Leopoldina reiterava as palavras do amigo: “Ouvi o conselho de vosso ministro, se não quiserdes ouvir o de vossa amiga. Pedro, o momento é o mais importante de vossa vida. Já dissestes aqui o que ireis fazer em São Paulo. Fazei, pois. Tereis o apoio do Brasil inteiro…” (apud OBERACKER, 1973, p. 281).

Dona Leopoldina presidindo sessão do Conselho de Estado, por Georgina de Albuquerque. Na tela, José Bonifácio discursa para a princesa regente sobre a separação do Brasil de Portugal.

Depois da leitura dessas cartas, D. Pedro finalmente se decidiu pela emancipação política do país, muito embora essa só viesse a ser efetivada a partir dos próximos anos, com muito trabalho diplomático. Vasconcelos de Drummond, recordando-se desse episódio, deixou para a posteridade a icônica frase: “Fui testemunha ocular e posso asseverar aos contemporâneos que a princesa Leopoldina cooperou vivamente dentro e fora para a independência do Brasil” (apud OBERACKER, 1973, p. 290). O ministro, por sua vez, ficou tão emocionado com o procedimento de Leopoldina naquela importante ocasião e se manifestou ao conselheiro nos seguintes termos: “Meu amigo, Ela deveria ser Ele”. Muitos, como o próprio Drummond, compararam o desempenho de Dona Leopoldina durante a regência como ao de uma autêntica descendente da imperatriz Maria Teresa da Áustria (a Grande), sua bisavó. Sua amizade com José Bonifácio ajudou a cimentar um movimento que certamente teria tomado outro rumo, não fosse pela intervenção política de ambos. Infelizmente, nem mesmo a influência da princesa, agora imperatriz do Brasil, foi capaz de apaziguar os desentendimentos subsequentes entre o ministro e o imperador, culminando na demissão de Bonifácio em 1823. Contudo, ficaria para nós o registro de seu trabalho em conjunto com Leopoldina, em prol da causa da independência brasileira.

Referências Bibliográficas:

DEL PRIORE, Mary. As vidas de José Bonifácio. Rio de Janeiro: Estação Brasil, 2019.

KANN, Bettina; LIMA, Patrícia Souza. D. Leopoldina: cartas de uma imperatriz. – São Paulo: Estação Liberdade, 2006.

MACAULAY, Neil. Dom Pedro I: a luta pela liberdade no Brasil e em Portugal, 1798-1834. Tradução de André Villalobos. Rio de Janeiro: Record, 1993.

MAGALHÃES, Aline Montenegro; MARINS, Álvaro; BEZERRA, Rafael Zamorano. (Orgs.). D. Leopoldina e seu tempo: sociedade, política, ciência e arte no século XIX. Rio de Janeiro: Museu Histórico Nacional, 2016.

NORTON, Luís. A corte de Portugal no Brasil: notas, alguns documentos diplomáticos e cartas da imperatriz Leopoldina. 3ª ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2008.

OBERACKER Jr., Carlos H. A imperatriz Leopoldina, sua vida e época: ensaio de uma biografia. Rio de Janeiro: Conselho Federal de Cultura, 1973.

PRANTNER, Johanna. Imperatriz Leopoldina do Brasil. Tradução de Hanns Pellischek e Elena Dionê Borgli. – Petrópolis: Vozes, 1997.

REMIREZ, Ezekiel Stanley. As relações entre a Áustria e o Brasil (1815-1889). Tradução de Américo Jacobina Lacombe. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1968.

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