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Download do dossiê sobre a Dinastia Tudor, publicado pela edição nº 65 da revista Aventuras na História!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Em 2008, A Dinastia Tudor da monarquia inglesa, uma das fases mais brilhantes da história daquele país, completou 405 anos que chegou ao fim, com a morte de Elizabeth I (1533-1603), última grande monarca daquela linhagem de reis. Desde então, inúmeros trabalhos têm sido publicados sobre as vidas dos personagens e os acontecimentos que marcaram aquele período, que se inicia com o término da Guerra das Duas Rosas (1485), conflito marcado pela lutra entre os York (rosa branca) e os Lancaster (rosa vermelha) pelo trono. Da união entre Henrique de Lancaster e Isabel de York surge a Dinastia Tudor, que produziu um total de três reis e três rainhas, dos quais os mais famosos foram Henrique VIII e sua filha Elizabeth. É raro encontrar um periódico brasileiro que trate sobre esse tema, como no caso da Revista Aventuras da História, que em sua 65ª edição trouxe uma matéria de 5 páginas tratando do referido assunto. Continuar lendo

O passado no presente: três habitantes da Escócia medieval têm seus rostos revelados!

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

A Escócia durante o período da baixa Idade Média pode parecer aos olhos do leitor um lugar quase sombrio ou mesmo “selvagem” (perdoem-me a palavra) se comparada a países como a França e a Itália; uma terra dominada pelo regime feudal e divida por facções e clãs que lutavam pelo poder, mantido com bastante dificuldade pelo rei. Não obstante, seu vizinho do sul, a Inglaterra, nunca escondeu suas intenções de anexar aquele país aos seus domínios. Ali, o renascimento cultural ainda não havia penetrado como acontecera com outros países do continente europeu. Apenas a nobreza poderia comissionar aristas para pintar retratos, estes bastante modestos em relação à arte flamenga ou italiana. Além disso, os pintores trabalhavam em cima do que seus patronos queriam, escondendo os defeitos físicos e realçando o que o retratado tinha de melhor. Dessa forma, chegar a um resultado fidedigno do modelo original era quase impossível. Mas se por um lado sabemos como eram os nobres e reis da Escócia a partir de seus quadros, na outra mão não dispomos da mesma fortuna de fontes quanto à população em geral. Pelo menos até agora! Continuar lendo

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Comentários da série “The Tudors” – Capítulo 1×09

Uma rainha difamada, um rei com problemas de consciência e o futuro de Inglaterra nas mãos de dois cardeais. Muitas vidas dependem da decisão de ambos, enquanto uma verdadeira conspiração entre a nobreza é feita para destronar uma das mentes políticas mais brilhantes que o país já conheceu. A arma dessa facção é nada menos que uma jovem e sedutora dama, com suas próprias ambições e cansada de tanto esperar pelo príncipe encantado. Mas até que os desejos dela se cumpram, muitos obstáculos ainda precisam ser derrubados. Continuar lendo

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A filosofia de “Maleficent”: o discurso sobre o amor verdadeiro na história da vilã mais famosa da Disney

ALERTA: Esse texto contém spoilers do filme “Maleficent” (2014)!

“Era uma vez uma bela princesa, que foi amaldiçoada por uma fada má no dia de seu batizado: antes do pôr do sol, no dia em que ela completasse 16 anos, ela picaria seu dedo no fuso de uma roca e em seguida cairia no sono da morte. Somente um beijo de amor verdadeiro poderia acordá-la e então a princesa viveria feliz para sempre”. O leitor provavelmente já conhece a história da Bela Adormecida, um dos maiores clássicos infantis de todos os tempos, já reescrito sob a pena de muitos escritores ao longo dos anos. Contudo, no século XX foi possível trazer o conto para as telas do cinema em formato de animação, no intuito de encantar o público através de cenas coloridas e uma belíssima trilha sonora. É difícil encontrar hoje um adulto que, quando criança, não se tenha deixado seduzir pelos filmes da Disney, passando essa tradição para seus filhos e depois para os filhos destes. Mas tão interessante quanto os mocinhos das histórias, são os vilões e sua aparente maldade sem limites. Que fizeram eles para se aliarem às forças das trevas? Será que não tiveram antes um passado de desilusões e tristezas? Perguntas como essas se tornam cada vez mais comuns nos telespectadores de hoje em dia, que procuram sempre uma justificativa para o comportamento deste ou daquele vilão. Continuar lendo