Teresa Cristina e a Condessa de Barral: entre o dever, o ciúme e a construção da memória histórica
Por: Renato Drummond Tapioca Neto Em setembro de 1856, a imperatriz do Brasil, D. Teresa Cristina, passava um dia feliz admirando e catalogando as peças de seu pequeno museu particular, instalado nos aposentos do Paço de São Cristóvão. Apaixonada pelas antiguidades clássicas e pelas artes, a soberana costumava dedicar parte de seu tempo livre à…
