Os órfãos da Coroa: o que aconteceu com os filhos de Luís XVI e Maria Antonieta após a Revolução?

Por: Renato Drummond Tapioca Neto

Em quase 23 anos de casamento, Luís XVI e Maria Antonieta foram pais de quatro crianças, nascidas entre 1778 e 1786. Dessas, apenas a primogênita, batizada de Maria Teresa Carlota, sobreviveu à morte dos pais pela guilhotina e chegou à idade adulta. O matrimônio do herdeiro do trono da França com uma arquiduquesa da Áustria tinha por intento cimentar uma união política entre as duas casas dinásticas. Nesse arranjo, o nascimento de príncipes e princesas era de fundamental importância, já que as crianças geradas a partir do matrimônio carregariam consigo o sangue de ambas as famílias reais. Embora Antonieta e Luís tenham demorado 7 anos para consumar o casamento, a rainha conseguiu cumprir com suas obrigações régias ao dar à luz não apenas a um, mas dois herdeiros do sexo masculino para a Coroa. Enquanto as princesas pertenciam aos seus pais, sendo depois enviadas para algum reino estrangeiro onde contraíam matrimônio, o corpo político dos príncipes deveria ser propriedade do Estado, uma vez que o futuro na Nação repousava em seu berço. Assim, a chegada de Luís José, em 1781 e depois de Luís Carlos, em 1785, foi saudada com grande entusiasmo pela corte de Versalhes. Mas o futuro, que parecia glorioso para os filhos do casal de monarcas, foi interrompido pelos ventos da reforma revolucionária.

Retrato de Maria Antonieta e seus filhos, feito de forma a referenciar à sagrada família, por Elisabeth Vigée Le Brun.

Em 4 de junho 1789, um mês depois da Assembleia dos Estados Gerais ser convocada para decidir sobre o futuro político da França, o delfim Luís José faleceu. A criança sempre teve uma constituição frágil: sofria com uma infecção nas vértebras que lhe causava dores terríveis, obrigando-o a usar espartilhos metálicos para permanecer com a coluna ereta. No verão de 1789, o delfim contraiu tuberculose e não resistiu à doença. Ele estava no castelo de Meudon quando deu seu último suspiro. O rei e a rainha nutriam expectativas de que o ar puro do campo, onde estava localizada a propriedade, pudesse ser benéfico para a recuperação da criança. Mas nem isso ou os esforços médicos foram capazes de salvar o príncipe herdeiro. Após sua morte, seu irmão de 4 anos, Luís Carlos, duque da Normandia, assumiu o título de delfim da França. Entretanto, essa não era a primeira vez que os soberanos sepultavam um de seus filhos. Dois anos antes, em 19 de junho, a princesa Sofia Helena Beatriz faleceu devido a convulsões, com 11 meses de nascimento. Por volta dessa época, Maria Antonieta havia encomendado à sua principal retratista, Élisabeth-Louise Vigée-Le Brun, um quadro onde ela deveria aparecer cercada por seus quatro filhos.

Com efeito, a intenção da tela era reabilitar a imagem política da rainha depois do escândalo envolvendo seu nome no caso do colar de Diamantes. O esboço original apresentava a princesa Maria Teresa Carlota abraçada à mãe, que segurava o bebê Luís Carlos no colo, enquanto o delfim Luís José apontava para o berço com a recém-nascida princesa Sofia. Como a criança faleceu antes do quadro ser concluído, a artista encobriu com tinta o retrato do bebê, deixando o delfim apontando para um berço vazio. Com a morte de dois de seus quatro filhos, restavam a Luís XVI e Maria Antonieta apenas a primogênita, conhecida pelo título de Madame Royale, e o novo delfim, Luís Carlos. As duas crianças acompanharam os pais nas fases mais turbulentas da Revolução, iniciada em 14 de julho de 1789: a invasão do Palácio de Versalhes pelo povo de Paris em 5 de outubro daquele ano; a malograda fuga da família real em 21 de junho de 1791; a tomada do Palácio das Tulherias em 10 de agosto de 1792; o fim da monarquia e a prisão na Torre do Templo. A família esteve reunida pela última vez em 20 de janeiro de 1793, um dia antes de Luís XVI ser conduzido à guilhotina. A partir de então, Maria Antonieta saudou o delfim como Luís XVII da França, algo que muito desagradou seus carcereiros.

Prisioneira da Convenção Nacional, Maria Antonieta estava decidida a inculcar na cabeça do pequeno Luís Carlos a crença de que ele era o legítimo governante do país, cujo direito provinha da vontade divina, não humana. O menino se sentava na cabeceira da mesa durante as refeições e era tratado por sua mãe, por sua tia e irmã como rei. Preocupados com isso, os jacobinos decidiram separar a criança das outras mulheres encarceradas. Na noite de 3 de julho, os comissários chegaram à Torre para informar à rainha (ou “viúva-capeto”, como passaram a chamá-la depois da morte de Luís XVI), de que o “jovem rei” seria levado para um “aposento mais seguro”, devido a suspeitas de que havia um complô para sequestrá-lo. Encolerizada, Maria Antonieta se recusou a largar a criança:

Luís Carlos jogou-se nos braços da mãe, aos berros, e Maria Antonieta, por sua vez, comportou-se como uma tigresa de quem arrancassem o filhote. Durante a hora seguinte ela recusou-se terminantemente a soltar o filho. As ameaças de morte deixaram a rainha imperturbável; só a ameaça de matar Maria Teresa produziu nela algum tipo de reação. No final, ela não teve mais como resistir a tanta força. Maria Antonieta não teve mais condições de vestir o filho – isso foi feito por Maria Teresa e pela tia – e teve de contentar-se em enxugar as lágrimas do menino (FRASER, 2009, p. 455).

Assim, a rainha foi forçada a entregar seu filho de 8 anos e três meses aos cuidados de um sapateiro alcóolatra chamado Simon. Nos dois dias seguintes, ela ainda podia escutar o choro da criança, vindo diretamente dos antigos aposentos do pai. Seu único consolo era vê-lo caminhar pelo jardim durante a manhã, através da janela gradeada de sua cela.

O delfim Luís Carlos, por Alexander Kucharsky (1792).

Um mês depois de ter o filho arrancado de seus braços, Maria Antonieta foi acordada no meio da noite do dia 2 de agosto. Ela seria levada para a prisão da Conciergerie, onde aguardaria julgamento por crimes contra a Nação. Sem protestar, ela se vestiu e preparou uma pequena trouxa com alguns pertences. Em seguida, se despediu da cunhada e da filha com um beijo no rosto. Foi a última vez em que Maria Teresa Carlota viu a mãe. No dia 14 de outubro, quando o Tribunal Revolucionário se reuniu para julgar a rainha, o redator do jornal Le Père Duchesne, Jacques Hébert, fez a mais infame acusação contra ela: “o jovem capeto, cuja constituição física definhava dia a dia, foi surpreendido por Simon a praticar masturbações indecentes e funestas para seu temperamento: que, perguntando-lhe este quem lhe ensinara esse ato criminoso, respondeu que devia a sua mãe e a sua tia esse hábito”. O testemunho foi ainda mais longe: “essas duas mulheres o faziam deitar muitas vezes entre elas, o que então se praticavam atos da mais desenfreada libertinagem; e que não se podia mesmo duvidar, pelo que disse o menino Capeto, que tivesse havido um ato incestuoso entre mãe e filho”. Por fim, o jornalista acrescentava que “esse prazer criminoso não era ditado pelo desejo, mas com o objetivo de enervar o físico desta criança” (apud LIMA, 1952, p. 27-8).

Diante de tão horríveis declarações, os convidados do tribunal ficaram em estado de perplexidade. A maioria das mulheres ali presentes já tinha ouvido histórias da suposta luxúria da rainha, mas não conseguiram acreditar nas acusações de incesto feitas por Hébert. Quando instada por um membro do júri a responder à acusação, Maria Antonieta se levantou e dirigiu a palavra não ao juiz, e sim ao público: “Se não respondi, é porque a consciência se recusa a responder a semelhante inculpação feita a uma mãe. Apelo para todas que aqui se encontram” (apud LIMA, 1952, p. 32). Nesse momento, houve uma mudança de ânimos do Tribunal. Apesar de detestarem a ex-rainha, as mulheres se sentiram compelidas a tomar seu partido. Até hoje não se sabe ao certo como Simon conseguiu extrair essa confissão do pequeno Luís Carlos. Anos antes, Maria Antonieta havia advertido à tutora dos filhos, a duquesa de Tourzel, de que o delfim havia adquirido o mal hábito de contar mentiras. Vivendo apartado da irmã e da tia no Templo, Luís Carlos aprendeu com Simon a pronunciar xingamentos e era constantemente ameaçado com a guilhotina quando se comportava mal. O sapateiro lhe deu uma educação republicana, sorvida pelo menino com altas doses de álcool e ao som da Marselhesa.

O príncipe jamais soube que seu nome foi usado no processo movido contra a mãe e que ela tinha sido executada em 16 de outubro de 1793. Diziam-lhe que o rei e a rainha o abandonaram e que não o amavam mais. Vivendo assim, isolado e numa cela trancada, ele faleceu de tuberculose em 8 de junho de 1795. A autópsia do corpo indicou um quadro de desnutrição, manifestada pela sua extrema magreza. Ele foi sepultado no cemitério de Sainte-Marguerite, em Paris, num túmulo anônimo. Quanto à sua irmã, ela permaneceu prisioneira na Torre ao lado de sua tia, Madame Isabel. Esta última só soube da morte de sua cunhada em maio de 1794, quando ela própria também foi conduzida à guilhotina. Assim, a última herdeira viva de Luís XVI e Maria Antonieta permaneceu sozinha e isolada, ignorante do que acontecia para além dos muros da Torre do Templo. Tornou-se uma moça de 16 anos bastante triste, abandonada e esquecida. A morte de seu irmão fez com que o tio, o conde de Provença, reivindicasse no estrangeiro o título de rei da França como Luís XVIII. Em suas Memórias, Maria Teresa Carlota jamais perdoou o delfim por ter causado a ruína de sua mãe.

Coração do Delfin Luís Carlos (Luís XVII), preservado em uma urna de cristal na catedral de Saint-Dennis.

Todavia, essa história estava longe de ter um ponto final. Ao longo de sua vida, Madame Royale foi assombrada pelo fantasma de Luís Carlos, personificado pela figura de falsos pretendentes ao trono. Inúmeros rumores de que ele teria sobrevivido começaram a ganhar impulso durante o século XIX, graças às circunstâncias misteriosas de sua morte. O mais famoso deles foi o alemão Karl Wilhelm Naundorff, cujos descendentes chegaram a ostentar o sobrenome Bourbon. De sua parte, Maria Teresa nunca reconheceu a reivindicação de qualquer um deles. Esse mistério só foi resolvido com a ajuda da ciência no início do século XXI. Durante a autópsia do delfim, seu coração foi removido pelo cirurgião Philippe-Jean Pelletan, que o manteve guardado dentro de uma caixa. O invólucro foi sucessivamente entre a Luís XVIII e a Carlos X, mas nenhum dos tios do menino acreditaram em sua autenticidade. Em 1975, o órgão mumificado foi colocado dentro de um relicário de vidro e depositado na necrópole real francesa, na Basílica de Saint-Denis. Depois disso, os professores Ernst Brinkmann (da Universidade de Münster) e Jean Jacques Cassiman (da Universidade de Leuven), fizeram um teste de DNA mitocondrial com amostras do cabelo de Maria Antonieta[1].

Com efeito, o resultado dos testes comprovou que o coração de fato pertencia a Luís Carlos, pondo assim um fim nesse mistério de dois séculos. O pequeno recebeu então um funeral com honras de Estado, em 8 de junho de 2004. Destino bem diverso teve a irmã do delfim. Em dezembro de 1795, as negociações entre os Habsburgo e Governo do Diretório concordaram com uma troca de prisioneiros. Aos 17 anos, ela foi levada até a fronteira e devolvida à sua família materna, no seio da qual viveu por algum tempo. Em Viena, lhe entregaram as joias de Maria Antonieta que haviam sido contrabandeadas para fora da França em 1791. O passo seguinte foi escolher um noivo adequado para a jovem. Enquanto a família imperial austríaca era a favor do casamento de Maria Teresa, a “órfã do Templo” (como era chamada) com seu primo, o arquiduque Carlos, os Bourbon queriam que ela aceitasse a oferta de matrimônio de seu outro primo, o duque d’Angoulême, filho do futuro Carlos X e presuntivo herdeiro do trono francês. A jovem acabou concordando com essa última proposta. Mas, na qualidade de filha de um soberano, a nova duquesa d’Angoulême usufruiu em vida de um status muito superior ao de seu marido, que era apenas sobrinho do rei.

Após deixar a corte de Viena, Maria Teresa partiu para a Lituânia, onde seu tio, Luís XVIII, vivia como protegido do czar Paulo I da Rússia. Foi então que ela aceitou a proposta de casamento de seu primo, em 1799. Em suas Memórias, a duquesa de Tourzel conta como foi o reencontro com a antiga protegida:

A Sua Majestade [Luís XVIII] não restava um momento de incerteza sobre a escolha do esposo que desejaria ver aceite por Madame. Jamais o seu coração paternal e francês poderia suportar a ideia de a ver separada da França, por muito necessário que parecesse dar-lhe um apoio e salvá-la do despojamento que continua a ameaçá-la. Madame foi a primeira a desejar um casamento que lhe permitisse unir o seu destino aos destinos de sua família; e, conservando no coração o amor profundo por uma França que tanto a fizera sofrer, a princesa dera a sua aprovação. O Rei passou então a ocupar-se unicamente com o desígnio de conseguir que a princesa unisse o seu nome às lágrimas, às esperanças, e aos sentimentos do herdeiro do seu nome. Os votos do Rei foram acolhidos favoravelmente, Madame agora está nos seus braços; é ali que reclama os seus direitos ao amor dos Franceses e que formula votos ardentes pela sua felicidade; porque dos seus longos e terríveis desgostos resta-lhe somente a extrema necessidade de espalhar a felicidade (TOURZEL, 2014, p. 474).

A duquesa de Tourzel, que estava presente quando Luís XVIII recebeu a sobrinha de volta, registrou a fala do autoproclamado rei da França: “Finalmente, a princesa está conosco; nunca mais nos separaremos dela e nunca mais seremos estranhos à felicidade” (TOURZEL, 2014, p. 475). A antiga tutora da princesa ficou muito emocionada com esse reencontro ao ver a família real novamente reunida. Ela achou Maria Teresa aos 20 anos muito parecida com seu pai, sua mãe e Madame Isabel: “os Céus quiseram que mantivesse a frescura, a graça, a beleza e um sagrado caráter” (TOURZEL, 2014, p. 476).

Maria Teresa Carlota aos 36 anos, por Alexandre-François Caminade.

Infelizmente, os próximos anos da vida da última descendente de Luís XVI e Maria Antonieta seriam tudo, menos aprazíveis. A indiferença entre ela e o marido fez com que os dois mantivessem vidas separadas. Para Antonia Fraser (2009), a união sequer chegou a ser consumada e, como consequência, não produziu descendência. Tecnicamente, a linhagem do último rei absolutista da França termina aqui. Só em 1814 a família real teve autorização para retornar ao seu antigo reino, após a derrocada de Napoleão Bonaparte. A duquesa d’Angoulême foi recebida com muito entusiasmo pela multidão, que cresceu ouvindo as histórias de seu sofrimento na Torre do Templo. Ela foi escoltada por sua amiga, Pauline de Tourzel (filha da duquesa) até o local onde seus pais foram originalmente sepultados. Usando um vestido discreto e um véu sobre o chapéu, Maria Teresa caminhou até um pequeno jardim com dois salgueiros chorões, plantados por Pedro Luís Desclozeaux, um velho advogado que cuidou das sepulturas do rei e da rainha ao longo dos anos. Emocionada, a princesa caiu de joelhos e começou a chorar, murmurando ao mesmo tempo uma oração pela felicidade da França.

Na ocasião, ela já era uma mulher de 36 anos, considerada pouco atraente e com feições endurecidas. Mantinha o porte altivo como o da mãe e olhava para todos com um ódio mal disfarçado. Após a morte de Luís XVIII em 1824 e a ascensão de Carlos X, ela assumiu um título pelo qual Maria Antonieta ficou tão conhecida na sua juventude, Madame da Dauphine. Porém, nunca chegou a ser rainha. Em decorrência da Revolução de julho de 1830, seu tio foi forçado a abdicar do trono, assim como seu filho e herdeiro. Mas, para os partidários dos Bourbon, a duquesa teria sido de fato a última rainha da França (alguns deles chamavam-na inclusive de Majestade). A convite do Imperador da Áustria, a família real se exilou em Praga, de onde se mudou poucos anos depois para as proximidades de Gorica, na Eslovênia. Seu sogro faleceu em 1836 e o duque d’Angoulême se juntou ao pai oito anos depois. A partir de então, Maria Teresa levou uma existência bastante reclusa, com poucos amigos e amargurada pelo que aconteceu aos seus pais e parentes. No seu testamento, ela deixou todas as joias que um dia pertenceram à mãe para uma filha adotiva e perdoou “de todo o coração” aqueles que foram a causa de sua infelicidade. Faleceu em 19 de outubro de 1851, aos 72 anos[2].

Notas:

[1] O mesmo tipo de exame foi feito com os remanescentes humanos da czarina Alexandra Feodorovna e suas filhas. Para tanto, o príncipe Philip, duque de Edimburgo e sobrinho-neto da imperatriz, doou amostras de sangue para a comparação. O resultado comprovou que as ossadas encontradas na floresta koptyaki pertenciam de fato à família imperial russa.

[2] Seu corpo se encontra sepultado na cripta dos Bourbon, na Igreja de Santa Maria da Anunciação, em Nova Gorica, na Eslovênia.

Referências Bibliográficas:

CAMPAN, Madame. A Camareira de Maria Antonieta: Memórias. Tradução de Carlos Vieira da Silva. Lisboa: Aletheia, 2008.

FRASER, Antonia. Maria Antonieta: biografia. Tradução de Maria Beatriz de Medina. 4ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2009.

LEVER, Evelyne. Maria Antonieta: a última rainha da França. Tradução de S. Duarte. – Rio de Janeiro: Objetiva, 2004.

LIMA, Abdon Carvalho. O processo de Maria Antonieta. 2ª edição. Rio de Janeiro: Laemmert, 1952.

PRICE, Munro. A queda da monarquia francesa. Tradução de Julio Castañon Guimarães. – Rio de Janeiro: Record, 2007.

TOURZEL, duquesa de. Memórias. Tradução de Carlos Vieira da Silva. – Lisboa, Portugal: Alêtheia Editores, 2014.

WEBER, Caroline. Rainha da moda: como Maria Antonieta se vestiu para a Revolução. Tradução de Maria Luiza X. de A. Borges. – Rio de Janeiro: Zahar, 2008.

ZWEIG, Stefan. Maria Antonieta: retrato de uma mulher comum. Tradução de Irene Aron. Rio de Janeiro: Zahar, 2013.

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